
Para Gonet, o relator do caso, André Mendonça, não poderia ter requisitado as informações aos investigadores.
“A ordem dada à autoridade policial para investigar pessoas específicas, sem pedido do Ministério Público e sem iniciativa da autoridade policial, é nula, por exceder os limites de competência do magistrado na fase pré-processual”, argumentou o procurador-geral.
Gonet afirmou que Mendonça já sabia que Alexandre de Moraes aparecia no material, devido a documentos anteriores e matérias na imprensa, e que ele quis direcionar a apuração para o colega.
“Ao pedir que fossem examinados os elementos de investigação, não importando quem fosse a autoridade, o Ministro relator impôs a investigação do Ministro Alexandre de Moraes – o que realmente acabou por acontecer, em quase 190 páginas das 218 que compõem o estudo policial”, declarou.
Mendonça já indicou que levará o caso ao plenário do STF, mas a decisão é do presidente da Corte, Edson Fachin.
Discover more from FATONEWS :
Subscribe to get the latest posts sent to your email.






















