Com a saída do ministro Barroso, o número sobe para 17. O custo mensal beira R$ 800 mil.
O valor contrasta com a realidade da maioria dos brasileiros. O teto do INSS é de R$ 7.786. Ou seja, um ministro aposentado recebe quase seis vezes mais que o limite pago a um trabalhador comum.
A diferença reacende o debate sobre privilégios no funcionalismo público e a falta de isonomia entre servidores e contribuintes do regime geral.
Enquanto o cidadão precisa contribuir por décadas para ter uma aposentadoria limitada, magistrados mantêm rendimentos elevados, com parte da conta bancada pelo dinheiro público.
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