O Banco Master contratou a mulher e o filho do desembargador Newton Ramos, do TRF-1, para atuar em processos que buscam destravar cerca de R$ 1,6 bilhão em precatórios da União. Os pagamentos estão suspensos em meio a suspeitas de irregularidades, o que ampliou o foco sobre a relação entre interesses privados e a atuação no Judiciário.
Segundo a apuração, os créditos envolvem indenizações bilionárias a usinas de açúcar e álcool que foram adquiridas pelo banco por meio de uma rede de fundos. A Advocacia-Geral da União sustenta que os pagamentos foram autorizados antes do trânsito em julgado das ações, e o impacto potencial aos cofres públicos pode chegar a R$ 14 bilhões.
Camilla e Gabriel Ramos afirmam ter qualificação técnica para atuar na área empresarial. Já o desembargador declarou que se considera impedido em processos que envolvam familiares. Mesmo assim, a tentativa de liberar os valores foi negada pela presidência do TRF-1.
O caso ganhou ainda mais dimensão depois que o CNJ identificou milhares de precatórios irregulares e determinou um pente-fino nacional. A nova frente reforça a pressão em torno do Banco Master e dos desdobramentos judiciais ligados à liberação desses valores.
Fonte: Estadão
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