Um verdadeiro escárnio com o pagador de impostos!
Uma elite intocável segue sugando os cofres públicos, com pensões vitalícias que chegam ao teto constitucional de R$ 46 mil por mês!
Esse privilégio é herança de uma lei de 1958 (Lei 3.373), criada para uma realidade que não existe mais. Mas o que mais choca não é apenas a existência da lei, é a forma como o sistema se protege para manter a mamata. O Tribunal de Contas da União (TCU) chegou a tentar acabar com a festa, suspendendo o pagamento daquelas que já possuíam outras fontes de renda (como empresas e bons salários) e claramente não precisavam do dinheiro para subsistência.
E o que aconteceu? O próprio STF, por meio de uma decisão do ministro Edson Fachin, derrubou a suspensão do TCU e garantiu que o dinheiro continuasse jorrando, usando a desculpa de uma interpretação literal da lei. É o sistema trabalhando única e exclusivamente para proteger os seus, bancado pelo seu suor.
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