• Capa
  • Justiça
  • Tecnologia
Sexta-feira, Outubro 9, 2026
28 °c
Dourados
25 ° Sáb
22 ° Dom
No Result
View All Result
  • Início
  • Dourados

    Reconstrução do asfalto no BNH 4º Plano chega a 70% de execução

    Agetran reforça conscientização de ‘novos motoristas’

    Liandra vai construir nova Câmara em área central

    Liandra pede ampliação do itinerário do transporte coletivo na Cidade Jardim II

    Prefeitura aproveita trégua nas chuvas para acelerar recuperação de ruas de Dourados

    Prefeitura define início dos Jogos Escolares de Dourados

    Diante do aumento de casos de tuberculose, prefeitura capacita equipes de saúde

    Isa Marcondes, a Cavala, é eleita deputada federal

    Pedro Pepa solicita projeto para reforma e modernização da Praça da Juventude

  • Mundo
  • Política
  • Brasil
  • Policial
  • Agro
No Result
View All Result
FATONEWS :
  • Início
  • Dourados

    Reconstrução do asfalto no BNH 4º Plano chega a 70% de execução

    Agetran reforça conscientização de ‘novos motoristas’

    Liandra vai construir nova Câmara em área central

    Liandra pede ampliação do itinerário do transporte coletivo na Cidade Jardim II

    Prefeitura aproveita trégua nas chuvas para acelerar recuperação de ruas de Dourados

    Prefeitura define início dos Jogos Escolares de Dourados

    Diante do aumento de casos de tuberculose, prefeitura capacita equipes de saúde

    Isa Marcondes, a Cavala, é eleita deputada federal

    Pedro Pepa solicita projeto para reforma e modernização da Praça da Juventude

  • Mundo
  • Política
  • Brasil
  • Policial
  • Agro
No Result
View All Result
FATONEWS :
No Result
View All Result

Nobel da Paz vai para juíza internacional; Trump retalia com sanções contra corte de Haia

Samuel Azevedo by Samuel Azevedo
09/10/2026
in Mundo
Reading Time: 7 mins read
A A
Compartilhe no FacebookCompartilhe no TwitterCompartilhe no LinkedinCompartilhe no WhatsAppCompartilhe no Telegram

Num recado direcionado às superpotências militares e principalmente ao presidente Donald Trump, o Prêmio Nobel da Paz vai para a juíza internacional Navanethem “Navi” Pillay por seus esforços na promoção da paz e do direito internacional.

Horas depois do anúncio, Trump estabeleceu novas sanções para tentar asfixiar o Tribunal Penal Internacional. O gesto foi visto como uma resposta à ofensiva de Oslo para proteger a corte com sede em Haia e onde a vencedora do prêmio ocupava um cargo. Com as medidas, empresas americanas não podem mais manter qualquer contato com a corte, inclusive com sistemas de e-mail, pagamento de viagens, cartões de crédito, seguro de saúde ou qualquer outro serviço.

Leiatambém

Reforma eleitoral na itália muda voto de cidadãos no exterior

08/10/2026

11 mil insetos gigantes são libertados na Nova Zelândia após serem criados por especialistas

07/10/2026

Os EUA enviam drones ‘assassinos’ para a América do Sul com o objetivo de combater cartéis

07/10/2026

Trump sugere ‘sacrificar’ Los Angeles ou San Diego em guerra contra Irã; autoridades reagem

07/10/2026

A decisão tem como objetivo reforçar a ideia de que a resolução de conflitos entre governos deve ocorrer por meio do direito internacional, e não no campo de batalha.

O prêmio é ainda um recado à tentativa da Casa Branca de desmontar a justiça internacional e princípios como soberania e integridade territorial. Nos últimos meses, Trump vem realizando uma operação para sancionar e fechar o Tribunal Penal Internacional, também com sede em Haia, e passou a chantagear governos em todo o mundo com ameaças de invasão, tomada de territórios e ingerência em eleições.

Em Haia, os juízes passaram a ter suas vidas transformadas em um caos diante da ofensiva da Casa Branca. Muitos estão sem poder usar cartões de crédito, viajar ou manter certas contas bancárias. Em Haia, salários têm sido pagos em dinheiro vivo aos funcionários das cortes e o medo de punições é constante.

“Ao conceder o Prêmio Nobel da Paz deste ano, o Comitê Nobel Norueguês deseja lembrar ao mundo que o Estado de Direito – tanto nacional quanto internacional – sustenta o sistema que criamos para garantir a paz e resolver conflitos de forma não violenta. A paz exige justiça”, afirmou o Comitê do Nobel.

A premiada – uma sul-africana – é hoje integrante da Corte Internacional de Justiça, que foi estabelecida após a Segunda Guerra Mundial e é o principal órgão judicial da ONU, encarregado de resolver disputas legais entre países. Uma de suas grandes dificuldades é o fato de suas decisões não serem vinculantes. Ou seja, não existe um mecanismo internacional para obrigar o governo condenado a cumprir a sentença. Mesmo assim, sua autoridade moral e política é inquestionável.

Entre os seus juízes, um deles é o brasileiro Leonardo Brant, que substituiu Antônio Augusto Cançado Trindade, que morreu em maio de 2022.

Hoje, a corte vai muito além da garantia da paz e temas como mudanças climáticas, disputas territoriais e desastres humanitários também fazem parte de suas pautas.

Recado contra Trump

Se em 2025 o Nobel da Paz tinha sido alvo de duras críticas por conta de uma suposta submissão à pressão de Trump, o comitê do prêmio decidiram dar uma resposta contundente.

A decisão de 2026 foi interpretada como um recado contra a política de Trump de estabelecer “a paz pela força” e de seu desmonte do direito internacional.

“A percepção fundamental foi a de que uma paz duradoura deve ser construída sobre princípios jurídicos, e não sobre a vontade dos fortes ou um equilíbrio de poder frágil”, insistiu o Comitê do Nobel, nesta sexta-feira.

“A história demonstrou que um mundo que opera sem o Estado de Direito é injusto, insensato e desumano. Os juízes – aqueles que guardam a tênue linha entre a ordem e o caos – são, portanto, muito merecedores de nosso reconhecimento. Mas hoje, quando esses mesmos juízes sofrem sanções e suas instituições são atacadas, precisamos de pessoas com coragem, visão e determinação – qualidades que Navi Pillay demonstra em sua atuação na magistratura”, anunciam.

Os organizadores admitem que a ordem internacional baseada em regras nunca foi perfeita. “As maiores potências frequentemente se esquivaram de suas responsabilidades. Na prática, casos levados aos tribunais sob o direito internacional produziram resultados diferentes, dependendo de quem é o autor da violação e de quem é a vítima”, reconhecem.

“Ainda assim, temos visto que cada vez mais conflitos são tratados por meio da diplomacia, de tratados e de mecanismos jurídicos, em vez de ameaças, violência e guerra”, disseram. “Tanto líderes quanto populações chegaram à mesma conclusão: o direito internacional é a base para um mundo mais pacífico”, constataram.

Para o Nobel, “em um momento de desafios existenciais – incluindo mais guerras e conflitos do que o mundo via há muito tempo –, o direito internacional não é mais apenas um complemento à paz e à segurança. Ele é uma necessidade absoluta”.

Os organizadores ainda fizeram questão de rebater a onda promovida por Trump de desmonte das cortes internacionais.

“O sistema de direito internacional está sob enorme pressão, e suas instituições estão sendo atacadas. Observamos uma mudança em direção à política de poder em detrimento das estruturas jurídicas e do respeito global pela lei e pela justiça. Sempre que a força se sobrepõe ao direito, a estabilidade, a confiança e a coexistência pacífica são minadas”, indicaram.

A história demonstrou que um mundo que opera sem o Estado de Direito é injusto, insensato e desumano. Os juízes – aqueles que guardam a tênue linha entre a ordem e o caos – são, portanto, muito merecedores de nosso reconhecimento. Mas hoje, quando esses mesmos juízes sofrem sanções e suas instituições são atacadas, precisamos de pessoas com coragem, visão e determinação – qualidades que Navi Pillay demonstra em sua atuação na magistratura.

Palácio da Paz, sede da Corte Internacional de Justiça em Haia (Foto: ONU/ICJ)

Quem é Navi Pillay

Para os organizadores do prêmio, Pillay “liderou o caminho para uma ordem jurídica global mais abrangente”. “A laureada deste ano desempenhou um papel fundamental para garantir que crimes de guerra, crimes contra a humanidade e genocídio fossem levados a julgamento”, afirmou.

Segundo eles, o compromisso de Navi Pillay com princípios jurídicos universais e sua firme bússola moral são constantes em uma longa carreira.

“Nascida em uma família de origem tâmil indiana durante o apartheid em Durban, na África do Sul, Pillay tornou-se advogada e pioneira no campo jurídico, enfrentando profunda discriminação estrutural, segregação e exclusão”, afirmou o comitê.

“Um fio condutor une seu trabalho inicial na defesa de Nelson Mandela e de outros que se opuseram ao apartheid à sua atuação como juíza em alguns dos principais casos de tribunais internacionais de nossa época”, explicaram.

Ela atuou como juíza na Alta Corte da África do Sul, no Tribunal Penal Internacional para Ruanda e no Tribunal Penal Internacional. Foi Alta Comissária das Nações Unidas para os Direitos Humanos e, até recentemente, presidiu a Comissão Internacional de Inquérito Independente da ONU sobre o Território Palestino Ocupado. Hoje, Navi Pillay é juíza na Corte Internacional de Justiça, no caso em que Mianmar é acusado de genocídio.

“Em casos históricos de tribunais internacionais, ela demonstrou que medidas jurídicas podem ajudar a prevenir atos de guerra e violência. Navi Pillay também contribuiu para fortalecer as instituições do direito internacional. Sua independência, competência e firmeza fizeram dela uma das juristas internacionais mais respeitadas de nosso tempo”, apontam.

Na avaliação de Oslo, Navi Pillay responsabilizou Estados e líderes nacionais e trouxe esperança a vítimas de violência e conflitos. “Em todos os cargos que ocupou, ela enfatizou a responsabilidade de indivíduos e Estados em cumprir o Estado de Direito. Ela também ajudou a definir as normas e os princípios jurídicos relevantes. Quando o Tribunal Penal Internacional para Ruanda estabeleceu que o estupro e a violência sexual poderiam constituir crime contra a humanidade — assim como genocídio —, sua influência foi um fator significativo”, disseram.

“No mesmo caso, a Sra. Pillay desempenhou um papel fundamental em outro avanço jurídico: pela primeira vez, um réu enfrentou acusações de incitação ao genocídio com base exclusivamente na disseminação de propaganda”, completou.

Para o Nobel, portanto, “Navi Pillay é uma das grandes defensoras dos princípios jurídicos internacionais de nossa época”. “Sua trajetória notável nos recorda da necessidade de apoiar, fortalecer e ampliar o Estado de Direito em âmbito global. O compromisso de Navi Pillay com a justiça e a dignidade humana é uma fonte de esperança e inspiração para todos aqueles que buscam construir um mundo mais pacífico”, disseram.

Papel da Corte e atuação do Brasil

Em 2022, o órgão da ONU ganhou destaque quando ordenou que a Rússia interrompesse suas operações militares na Ucrânia e retirasse seus soldados do território do país vizinho. Moscou se recusou a sequer ser representado durante o processo em Haia e a cadeira de sua defesa ficou vazia durante a sessão.

A Corte ainda foi o palco de uma queixa por parte do governo da África do Sul contra Israel. A denúncia é por genocídio em Gaza.

Em 2024, a corte ordenou a Israel que tome todas as medidas ao seu alcance para prevenir atos de genocídio em Gaza, punir incitamentos e permitir a entrada urgente de ajuda humanitária. Em maio daquele ano, o tribunal ordenou especificamente a suspensão da ofensiva militar em Rafah, ordens que Israel rejeitou.

Em julho de 2024, a corte declarou que a presença continuada de Israel no Território Palestiniano Ocupado é ilegal ao abrigo do direito internacional e deve terminar o mais rapidamente possível, ordenando também a cessação da expansão dos assentamentos de colonos.

Em outubro de 2025, o tribunal também concluiu que as restrições impostas por Israel à Agência das Nações Unidas de Socorro aos Refugiados da Palestina (UNRWA) violam as obrigações internacionais de Israel enquanto potência ocupante e Estado membro da ONU.

Israel ignorou todas as decisões.

Em 2025, o governo brasileiro também saiu em defesa dos palestinos na Corte Internacional de Justiça. Em setembro do ano passado, o Itamaraty submeteu um documento em que acusa Israel de cometer genocídio contra a população palestina em Gaza.

O Brasil decidiu não apenas fazer parte do processo como apresentar sua posição, na esperança de reforçar o pleito palestino. A partir de uma resolução na Assembleia Geral da ONU, a Corte foi acionada para dar sua opinião sobre o comportamento de Israel.

“A situação no Território Palestino Ocupado não é apenas uma tragédia humanitária e um desastre político, mas também acarreta sérias violações das normas imperativas do direito internacional”, defendeu o Brasil. “Os princípios em questão – autodeterminação, proibição de anexação e proteção de civis sob ocupação – estão no centro do direito internacional. O cumprimento da Quarta Convenção de Genebra e das decisões deste Tribunal não é opcional; é um imperativo legal”, insistiu.

 

Donation

Buy author a coffee

Donate

Related


Discover more from FATONEWS :

Subscribe to get the latest posts sent to your email.

Samuel Azevedo

Samuel Azevedo

Trabalhamos sempre pelo melhor!

NotíciasRelacionadas

Mundo

Reforma eleitoral na itália muda voto de cidadãos no exterior

08/10/2026
Mundo

11 mil insetos gigantes são libertados na Nova Zelândia após serem criados por especialistas

07/10/2026
Mundo

Os EUA enviam drones ‘assassinos’ para a América do Sul com o objetivo de combater cartéis

07/10/2026
Capa

Trump sugere ‘sacrificar’ Los Angeles ou San Diego em guerra contra Irã; autoridades reagem

07/10/2026
Mundo

O elogio de Trump ao sistema eleitoral do Brasil após o primeiro turno

05/10/2026
Capa

Pobreza na Argentina sobe para 32,3% no primeiro semestre de 2026, aponta Indec

02/10/2026

Recomendadas

Pedido da PF para acessar dados financeiros do caso Banco Master fica parado no gabinete de Mendonça por seis meses

1 semana ago

Leilões automotivos acompanham avanço dos eletrificados e vendas crescem 94% em 2026

3 semanas ago

Tendência

Deputado bolsonarista compara vitória da direita à ascensão do nazismo

3 dias ago

Quem ganhou e quem perdeu vagas na eleição ao Senado

4 dias ago

MAIS LIDAS

Mulher é presa em Dourados por suspeita de operar golpe do falso cafetão

3 semanas ago

Sidninho é eleito presidente da CCJ na Câmara e Muniz mostra força em embate com a Prefeitura de Salvador; entenda

2 anos ago

Trump pede que Israel “termine o trabalho” em Gaza

1 ano ago

‘Dízimos para Deus’: Igreja Universal terá que devolver R$ 50 mil à fiel com bipolaridade

1 ano ago

‘Coletivo de falhas’, diz Cida Gonçalves sobre atendimento na Casa da Mulher Brasileira

2 anos ago
FATONEWS :

Somos uma empresa de comunicação voltada a divulgar a notícia verdadeira, em amplo combate a fake news.

Categorias

  • Agro (217)
  • Brasil (1.273)
  • Capa (2.020)
  • Carros (115)
  • Cidades (828)
  • Cultura (158)
  • Dourados (1.022)
  • Economia (677)
  • Educação (105)
  • Eleições (247)
  • Esportes (25)
  • Justiça (566)
  • Land Mark (77)
  • Mundo (770)
  • Opinião (138)
  • Policial (582)
  • Política (889)
  • Saúde (443)
  • Sociedade (189)
  • Tecnologia (355)
  • Uncategorized (23)

Siga-nos

  • Capa
  • Justiça
  • Tecnologia

Copyright © 2012 - 2026, Reprodução permitida se citada a fonte. Samuka Câmara 67 98144-9925

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In

Add New Playlist

Manage Consent
To provide the best experiences, we use technologies like cookies to store and/or access device information. Consenting to these technologies will allow us to process data such as browsing behavior or unique IDs on this site. Not consenting or withdrawing consent, may adversely affect certain features and functions.
Functional Sempre ativo
The technical storage or access is strictly necessary for the legitimate purpose of enabling the use of a specific service explicitly requested by the subscriber or user, or for the sole purpose of carrying out the transmission of a communication over an electronic communications network.
Preferences
The technical storage or access is necessary for the legitimate purpose of storing preferences that are not requested by the subscriber or user.
Statistics
The technical storage or access that is used exclusively for statistical purposes. The technical storage or access that is used exclusively for anonymous statistical purposes. Without a subpoena, voluntary compliance on the part of your Internet Service Provider, or additional records from a third party, information stored or retrieved for this purpose alone cannot usually be used to identify you.
Marketing
The technical storage or access is required to create user profiles to send advertising, or to track the user on a website or across several websites for similar marketing purposes.
  • Gerir opções
  • Gerir serviços
  • Gerir {vendor_count} fornecedores
  • Leia mais sobre esses propósitos
View preferences
  • {title}
  • {title}
  • {title}
No Result
View All Result
  • Cart
  • Checkout
  • Home 1
  • My account
  • Shop

Copyright © 2012 - 2026, Reprodução permitida se citada a fonte. Samuka Câmara 67 98144-9925

Este site utiliza cookies. Ao continuar a utilizar este site, você concorda com a utilização de cookies.