Seis agências dos Correios deixaram de funcionar em Campo Grande ao longo do último ano. De acordo com a estatal, os serviços dessas unidades foram absorvidos por outras agências, enquanto a rede passou a contar com mais pontos para postagem e retirada de encomendas em estabelecimentos comerciais credenciados.
Em Mato Grosso do Sul, os Correios informam ter 190 pontos de atendimento, entre agências convencionais e canais alternativos. Desse total, 19 são Pontos de Coleta, locais onde o cliente pode enviar ou buscar encomendas sem a necessidade de ir a uma agência tradicional.
A alternativa também é usada no serviço gratuito Clique e Retire, disponível para encomendas enviadas por PAC e Sedex. No momento da compra pela internet, quando a loja disponibilizar a opção, o consumidor pode escolher uma agência ou Ponto de Coleta para receber o pacote.
Para isso, é preciso informar o CEP específico da unidade escolhida, em vez do CEP residencial. Quando a encomenda chega ao local, o destinatário recebe um aviso por SMS e deve apresentar documento oficial com foto para fazer a retirada.
Um dos Pontos de Coleta de Campo Grande funciona na Rua Hermenegildo Pereira, nº 37, na Vila Bandeirante. O CEP para uso no Clique e Retire é 79006-960. O atendimento ocorre de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 17h30, e aos sábados, das 7h30 às 11h30.
A unidade integra a estratégia dos Correios para ampliar a capilaridade da rede, oferecendo retirada em locais próximos à casa ou ao trabalho do consumidor. Os Pontos de Coleta também recebem postagens, com horário-limite específico conforme cada estabelecimento.
Para localizar a agência ou ponto mais próximo, o consumidor pode acessar a ferramenta Busca Agências dos Correios, selecionar Estado, município e bairro. A consulta informa o endereço, horário de atendimento e, quando houver, o CEP próprio para uso no Clique e Retire.
Segundo os Correios, o fechamento das seis agências faz parte do Plano de Reestruturação da empresa, criado para ajustar a estrutura às demandas atuais do mercado e otimizar a rede de atendimento. A estatal afirma que a população não teve prejuízo com a redistribuição dos serviços.
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