
Mais cedo, Mendonça havia rebatido a alegação de Moraes de que fez uma “escolha seletiva” ao liberar os processos.
Moraes manteve a crítica em novo ofício enviado ao presidente do STF, Edson Fachin.
“O levantamento seletivo e direcionado do sigilo realizado pelo Ministro André Mendonça, na proteção ostensiva de determinado grupo político, repete a ilegal conduta de direcionamento dos acordos de colaboração premiada e de determinações de diligências de investigação de ofício contra alvos predeterminados”, afirmou Moraes.
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