Entre as prioridades apresentadas, o candidato ao Senado abordou transparência orçamentária, segurança pública, combate à impunidade e o equilíbrio entre os poderes.
O candidato ao Senado por Mato Grosso do Sul, Capitão Contar (PL), reforçou suas principais diretrizes políticas durante entrevista concedida ao podcast Política de Primeira, do portal Primeira Página. Entre os temas centrais abordados pelo candidato, destacam-se a postura crítica frente à atuação do Supremo Tribunal Federal (STF), a defesa irrestrita da transparência na destinação de recursos públicos e críticas às diretrizes do governo do presidente Lula.
Durante a sabatina, Contar enfatizou a importância do Senado Federal no resgate do equilíbrio entre os Poderes. O candidato sustentou que a Casa Alta deve exercer com firmeza o seu papel fiscalizador sobre o Judiciário, criticando o que classifica como excessos e interferências no Legislativo. Segundo o Capitão, o Senado não pode se omitir do debate sobre limites de mandato para ministros e a análise de pedidos de impeachment, além da revisão de decisões do STF.
“O Senado não pode continuar assistindo passivamente ao avanço de decisões que extrapolam a Constituição. Precisamos de coragem para debater os limites de atuação dos ministros do STF e analisar com responsabilidade os mecanismos de controle que cabem exclusivamente à Casa de Leis”, afirmou o Capitão.
No que se refere à gestão dos recursos públicos, Capitão Contar posicionou-se a favor de regras mais rígidas para a liberação de emendas parlamentares. O candidato a senador defendeu a rastreabilidade total de verbas, com foco em priorizar investimentos diretos em infraestrutura e saúde nos municípios de Mato Grosso do Sul.
“Não podemos aceitar o uso de recursos públicos como balcão de negócios. A população de Mato Grosso do Sul exige saber exatamente para onde vai cada centavo, garantindo que o dinheiro chegue de forma transparente à ponta final da população”, destacou.
No campo da segurança, Capitão Contar criticou a gestão do governo Lula no combate ao crime organizado e defendeu o endurecimento das penas, a redução da maioridade penal, o fim das saídas temporárias e o fortalecimento das forças policiais na fronteira.
“O cidadão de bem está refém da impunidade, enquanto a gestão federal flexibiliza o combate ao crime. Defendo o fim das saidinhas, a redução da maioridade penal para 16 anos e o fortalecimento ostensivo das nossas polícias nas fronteiras”, ressaltou.
Clique aqui e assista a entrevista na íntegra.
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