No Paraná, nada acontece por acaso — principalmente quando envolve campanha eleitoral, dinheiro público e uma estatal estratégica como a Sanepar.
Apuração do Jornal Plural revela um dado que chama atenção e exige explicações: os valores mencionados em áudios internos da Sanepar coincidem com o déficit oficial da campanha de reeleição de Ratinho Jr., declarado ao TSE.
De um lado, áudios divulgados mostram ex-gestores da Sanepar falando na necessidade de levantar cerca de R$ 4 milhões para cobrir dívidas de campanha.
Do outro, os dados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral indicam que a campanha de Ratinho Jr. terminou com um rombo aproximado de R$ 3,4 milhões.
O ponto central da matéria não é a prova do destino do dinheiro, mas sim a coincidência numérica — uma matemática política que não pode ser ignorada.
A pergunta é simples e direta: quem devia, quem mandava e quem se beneficiava politicamente?
Ratinho Jr. governa o Paraná há anos, indica comandos, define rumos e exerce influência política sobre estatais. Diante de uma coincidência milionária revelada por jornalismo sério, o silêncio não é uma opção aceitável.
Não estamos falando de boatos. Estamos falando de áudios internos divulgados, Dados oficiais do TSE e de Jornalismo Investigativo e responsável.
Se o discurso do governo é de eficiência, transparência e boa gestão, então precisa enfrentar o debate quando os números levantam suspeitas.
O Paraná merece respostas. A Sanepar não é caixa de campanha. E governador não pode fingir que não é com ele.
Fonte: Lado Curitiba
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