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Como a IA serve de escudo para novas pandemias, segundo cientista por trás da vacina da covid

Samuel Azevedo por Samuel Azevedo
10/08/2025
no Saúde
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Como a IA serve de escudo para novas pandemias, segundo cientista por trás da vacina da covid
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Referência na vacina da Covid-19, Sue Ann Clemens diz que a IA pode ajudar a prevenir nova pandemia

Pesquisadora da Universidade de Siena, na Itália, participará do Rio Innovation Week.

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Foto: Pedro Kirilos/Estadão

Sue Ann Costa ClemensConselheira sênior da Fundação Gates e chefe do Instituto de Saúde Global da Universidade de Siena

Médica, cientista e referência mundial em vacinas, a brasileira Sue Ann Costa Clemens é um dos destaques da próxima edição do Rio Innovation Week (RIW), que acontece de 12 a 15 de agosto, no Pier Mauá, no Rio de Janeiro — o Estadão é parceiro de mídia do RIW. Na trilha Mulheres do Brasil no RIW 2025, ela participará do painel Futurismo em Saúde: O Que a Inteligência Artificial e a Ética têm a Ver com Isso?.

Em entrevista ao Estadão, a médica, que é conselheira sênior da Fundação Gates e chefe do Instituto de Saúde Global da Universidade de Siena, na Itália, falou sobre a importância da Inteligência Artificial na prevenção de novos surtos globais de doença, como o da covid-19. Segundo ela, o aquecimento global tem um impacto direto na proliferação de vetores e também de vírus e bactérias, aumentando as chances de uma nova emergência de saúde.

“Epidemias são evitáveis, mas as pandemias não”, alertou a médica, uma das principais desenvolvedoras da vacina de Oxford contra a covid-19.

O que a senhora chama de futurismo em saúde?

Hoje, sem a Inteligência Artificial (IA), não conseguiríamos acompanhar todas as mudanças que temos vivido, não só as geopolíticas, mas também as climáticas. O futurismo em saúde engloba as ferramentas que vamos usar, de agora em diante, e também por conta do aprendizado que tivemos durante a pandemia, para estarmos mais bem preparados para enfrentar futuras epidemias e também as doenças negligenciadas. Temos que aprender a detectar surtos e epidemias com mais precisão e, a partir dessas análises preditivas, desenvolver ferramentas para análise dos dados gerados e prevenção das doenças. O importante é o protocolo de ação que conseguiremos obter a partir dessa análise e de que forma conseguiremos reunir lideranças de diferentes instituições para que esse protocolo seja implementado e executado.

E como a IA pode ajudar? E como ela atrapalha?

Existem muitos desafios, nada vem de graça. Um dos grandes desafios é, uma vez identificada uma determinada ferramenta de IA, como normatizar, validar e regulamentar essa ferramenta. E isso também leva em consideração não apenas a parte regulatória, mas também a parte ética, como, por exemplo, a privacidade de dados. Na Europa isso é bem sério. Eu não posso dar prova para os meus alunos e colocar a nota deles na parede, como fazíamos antigamente. Isso, hoje, é violação de privacidade. Transparência e ética são importantes.

E como a IA pode ajudar?

Já estamos vendo um grande avanço da robótica, cada dia mais presente em diferentes áreas e também na produção de medicamentos e vacinas. Houve um avanço tecnológico muito grande por conta da pandemia de covid-19. A tecnologia de RNA mensageiro (usada em muitas das vacinas criadas) já estava sendo estudada há quase 20 anos e, com o advento da pandemia, foi feito o primeiro registro dessa plataforma na forma de uma vacina contra uma doença infecciosa, embora a tecnologia estivesse sendo estudada para tratamentos oncológicos. Então, acho que acelerar a produção de medicamentos a IA é muito importante. O Instituto de Design de Proteínas (IDP), de Seattle, nos EUA, desenvolveu uma proteína totalmente nova, que não existe no nosso ecossistema, e acabou levando o Nobel de Química por isso. Vários problemas podem ser desenvolvidos dessa forma, se identificarmos funções e desenvolvermos proteínas completamente novas para cumprir funções que não tínhamos e que se fazem necessárias. Outro advento é o escalonamento da produção. Num determinado momento da pandemia, tínhamos vacinas, mas não tínhamos fábricas nem pessoas capacitadas. A capacitação precisa ser alinhada com todos os passos. E a IA, juntamente com o aprendizado de máquina, pode nos ajudar a escalonar e cumprir demandas como as que tivemos na pandemia.

Já conseguimos prever alguma epidemia com a ajuda da IA?

A Agência Espacial do Reino Unido desenvolveu um sistema de leitura de dados via satélite para prevenir a dengue. Esse sistema já está sendo usado em vários países, como Vietnã, e está sendo escalonado para todo o sudeste da Ásia. O sistema consegue reunir dados sobre movimentações hídricas, padrões de chuva, desmatamento, degradação do solo, entre muitos outros, e ter uma análise preditiva em até oito meses de uma epidemia. Ou seja, com oito meses de antecedência, esse sistema vai nos dizer que, diante da análise de todos esses fatores, poderemos ter uma epidemia de dengue. Mas e aí? O que vamos fazer? Não adianta termos os dados e não saber o que fazer com eles. E a IA também pode nos ajudar com a gestão desses dados.

Sue Ann destaca o uso da inteligência artificial na produção de medicamentos e vacinas. Foto: Tiago Queiroz/Estadão

Seria possível prever uma epidemia completamente nova, de um agente desconhecido, como foi o caso da covid-19?

No caso de uma epidemia da doença X, temos que usar outros mecanismos. Um deles, já usado pela Fiocruz, é observar a vigilância de vetores, dos vírus, do ambiente, da água, etc. E também observar os sistemas de saúde, se há alguma diferença, algum desvio no curso esperado na linha padrão de demanda hospitalar e serviços de saúde. Se houver, temos um problema. Neste ponto, as diferentes disciplinas precisam dialogar, a parte médica, a meteorológica, os especialistas em zoonoses, para entender se é uma doença nova ou não, se são sintomas diferentes de uma mesma patologia, se algo completamente novo está surgindo. Mas não podemos deixar esses sinais passar, ou vai acabar virando uma epidemia. E eu costumo dizer que epidemias são evitáveis, mas pandemias não. E podemos evitá-las com esse monitoramento do sistema de saúde.

Qual o impacto das mudanças climáticas nas possíveis epidemias e pandemias futuras?

As alterações climáticas têm um impacto importante no aumento do número de vetores, que proliferam muito mais. Mas não só. Elas também impactam a proliferação de vírus e bactérias, o que acaba gerando mais novas mutações, com o consequente aumento da resistência a medicamentos. E esse é um problema muito sério, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). Atualmente, temos 1,1 milhão de mortes diretas e 4,7 milhões de mortes indiretas atribuídas à essa resistência. Até 2050 serão, respectivamente, 1,9 milhão e 8,2 milhões. Podemos fazer algo em relação a isso? Temos que fazer. Temos que criar algoritmos e lidar com o problema colocado.

Podemos dizer que teremos uma nova epidemia como a da covid-19 só não sabemos quando?

Sim, a gente sabe que vai acontecer. Não sabemos quando, pode ser daqui a um ano ou daqui a cem anos. Mas, com as mudanças climáticas, provavelmente estamos acelerando isso. Nas últimas décadas, os intervalos entre uma epidemia e outra vem sendo cada vez menor. no século XIX, elas ocorriam, em média, a cada cem anos. Já no século XX, a cada 50 anos. Nas últimas décadas, elas estão ocorrendo em intervalos de dez a cinco anos, como os casos da Síndrome Respiratória Aguda Grave (Sars) e do Ebola.

Mas vamos conseguir prever e, sobretudo, prevenir?

Eu gosto de pensar que sim e, com todas as ferramentas que temos, é totalmente possível. Temos visto um desenvolvimento tecnológico muito avançado, há muito investimento. Ainda há uma lacuna no que chamamos de ciência translacional, que é transformar pesquisa em inovação em elementos de impacto na vida real. Outra coisa importante é saber aproveitar as inovações surgidas a partir das práticas cotidianas que, muitas vezes, não chegam aos níveis mais altos de gestão e acabam sendo desperdiçadas, mas que poderiam ter nos ajudado muito, principalmente nos serviços de saúde.

A senhora poderia dar um exemplo?

Sim, por exemplo, com as mudanças climáticas e o aumento de vetores, houve um aumento de várias doenças, mas ninguém se preocupou em aumentar o número de leitos ou otimizar o uso dos leitos. Durante a pandemia, tivemos muitos problemas que poderiam ter sido evitados com essa otimização. Ao perceber um aumento de casos de alguma doença, essa otimização de leitos é importante para evitar um colapso nas instituições de saúde. O sistema privado pode fazer isso com mais rapidez. No sistema público isso leva mais tempo e, ai, a pandemia já passou. Então, precisamos começar a pensar muito antes e a pensar globalmente. Não adianta apenas fazer vigilância para identificar o patógeno X, mas pensar também em tudo o que vem alinhado a isso, como o sistema de saúde, os medicamentos, o oxigênio, a capacitação de pessoal. Não adianta ter a melhor UTI do mundo e não ter pessoal preparado.

A senhora já falou um pouco disso, mas gostaria de insistir: a partir da experiência que tivemos na pandemia, como avançamos no desenvolvimento e produção de vacinas? E onde podemos avançar mais?

Houve um grande avanço. Uma coisa que na qual a maior parte da população não pensa, é na área regulatória. Porque é muito importante detectar um patógeno, construir uma molécula, fazer um imunizante, testar, provar sua eficácia. Mas a vacina só chega no braço da população se for registrada. E, muito comumente, isso só é pensando no final. Mas, na verdade, o processo regulatório começa na construção da molécula, tudo isso precisa ser aprovado e validado desde o início com as agências regulatórias. E houve um avanço inenarrável durante a pandemia porque essa conversa começou desde o início e envolveu a indústria farmacêutica, as agências, as biotechs. Esse intercâmbio entre as agências é importante. Não precisam todas as agências revisando tudo ao mesmo tempo. Se há uma harmonização, várias partes da decisão do dossiê regulatório podem ser trocadas, a revisão pode ser feita em conjunto. Muitas vezes as pessoas não pensam, mas um dossiê regulatório pode ter 40 mil páginas.

E do ponto de vista clínico?

Sim, no desenvolvimento das vacinas. Proteínas foram criadas e fazem parte de novas moléculas. Outro ponto importante foi o desenvolvimento de material, protocolos, o que chamamos de pacote clínico. Outro destaque é o escalonamento da produção. Isso foi feito também no caso da vacina de RNA mensageiro.

Segundo a OMS, voltamos à lista dos 20 países com menos crianças vacinadas. Por que isso acontece?

Essa situação está se arrastando desde 2016, quando a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) anunciou que as coberturas vacinais na América Latina, que sempre primou pelas altas coberturas, vinham caindo. Logo depois, veio a pandemia e as coberturas caíram ainda mais. Desde então, várias ações foram iniciadas – com mais ou menos ênfase, dependendo da gestão em saúde do momento –, mas ainda não surtiram efeito. Esse é um dos problemas. A gestão em saúde tem que ser continuada. Então, não acho que voltou para a lista, mas ainda está caminhando para sair da lista. E há trabalhos em paralelo, iniciativas privadas, como o Grupo de Mulheres do Brasil, do qual faço parte. Agora estamos trabalhando no aumento da cobertura e rastreamento do HPV no Nordeste, começando pelo Ceará.

Outro problema importante que surgiu durante a pandemia e com as novas vacinas que vieram rapidamente ao mercado foram as fake news, as notícias falsas. Esse certamente foi mais um dos obstáculos que nos levou a estar nessa lista da baixa cobertura. Fora isso, o maior inimigo de uma alta cobertura é a própria imunização. Quando a pessoa não vê a doença, ela começa a se perguntar “por que vou me vacinar?” Porque me vacinar e vacinar meus filhos traz um monte de problema. Vou ter que sair do trabalho, vou ter um custo, as crianças podem ter uma febrícula. Essa parte da comunicação tem que estar muito bem articulada.

Falando em fake news, Donald Trump está de volta ao governo dos EUA com seu discurso anti-ciência e vários cortes de verba na área. Qual o impacto disso na pesquisa, na prevenção de novas epidemias, e como lidar com essa nova realidade?

Participei da comissão organizadora de um dos maiores fóruns globais do mundo, Inovação, Pesquisa e Vacinas, organizado pela OMS, o NIH (o sistema de saúde do Reino Unido) e a Fundação Gates, que aconteceu aqui no Rio, em março. Éramos mais de 300 profissionais, de governos, da academia, das indústrias, para discutir o desenvolvimento de produtos. E foi durante esse fórum que foi anunciado o grande corte dos EUA em relação ao Gavi (a aliança global para a produção de vacinas). Por conta desse corte, mais de 5 milhões de crianças podem perder a vida nos próximos anos. Mas essa reestruturação é fato e preocupa muito. Talvez esteja na hora de reunirmos diferentes instituições supranacionais para o gerenciamento de crises globais, fazer gestão das futuras crises. Falamos de investimentos, de IA, de proteínas novas, mas são pontos isolados. Como juntamos tudo isso para o enfrentamento de grandes pandemias, mas também das doenças negligenciadas, como malária e dengue. Outras fontes de fomento devem ser buscadas, não podemos depender 100% do país X ou Y, existem outras fontes de financiamento, outros países, outras instituições. E temos que pensar também no investimento privado. Uma outra coisa importante é capacitação e educação. Como dizia (Nélson) Mandela , a educação é uma das armas mais poderosas, sobretudo quando a gestão política muda. Todo governo é formado por gestores sêniores e pelos soldados, aqueles que trabalham no dia-a-dia nas políticas de saúde e de meio ambiente. Se essas pessoas tiverem uma boa formação e informações corretas, acho que a gente consegue equilibrar um pouco as coisas. Vamos sanar os problemas geopolíticos? Não, porque no fim sempre tem um gestor que dá uma canetada. Mas talvez a gente consiga mitigar algumas coisas. Nós vivenciamos isso na covid. Quando conseguimos provar a eficácia das vacinas e começar a salvar vidas, já tinham duas guerras acontecendo no mundo. Como é que pode? Não consigo entender isso até hoje. Estávamos lutando para salvar vidas e outras nações já estavam lutando para acabar com vidas. Então há um certo limite no que podemos fazer. Mas, insisto, nossa maior arma é a educação. Na pandemia, tivemos várias fake news no Brasil, mas o País teve uma vacinação exemplar e muito rápida, apesar de todos os obstáculos.

Informações sobre o Rio Innovation Week 2025

  • Data: 12 a 15 de agosto de 2025;
  • Horário: 10:00 às 21:00;
  • Local: Pier Mauá, Av. Rodrigues Alves, 10 – Praça Mauá, Rio de Janeiro;
  • Ingressos: neste link.

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