Antonio Carlos Júnior, médico e empresário, cita que o modelo propõe acesso mais facilitado à saúde especializada
A digitalização no setor de saúde deixou de ser uma previsão para o futuro e se tornou uma realidade para combater as desigualdades no Brasil. Nesse cenário, a telemedicina, que aplica recursos de tecnologia da informação e comunicação para prestar atendimento médico remoto, ganha destaque como um elemento fundamental nos serviços de saúde. Com isso, um dos recursos gerados por esse meio é a teleinterconsulta, que está revolucionando o atendimento médico no Brasil ao conectar clínicos gerais e especialistas em tempo real, durante a própria consulta presencial do paciente.
Diferente da telemedicina convencional, onde o paciente consulta diretamente com um especialista de forma remota, na teleinterconsulta o paciente é atendido presencialmente por um médico clínico e, se necessário, é conectado no ato da consulta a um especialista via videoconferência.
“O grande diferencial da teleinterconsulta é que o paciente não se sente sozinho diante da tela, ele está sendo acolhido por um médico ali no consultório, que o acompanha e o conduzirá durante o processo com o suporte de um especialista conectado. Isso aumenta a segurança do atendimento e facilita o diagnóstico”, explica o empresário e médico Antonio Carlos Júnior, fundador e diretor da Cia do Médico, rede de clínicas médicas que tem em seu core business um modelo de programa de acompanhamento médico acessível e que faz uso da teleinterconsulta, quando necessário.
Diante disso, o médico e empresário, Antonio Carlos Júnior, cita 5 benefícios da teleinterconsulta para pacientes:
1. Acesso rápido a diversas especialidades: “O paciente pode ser atendido por diferentes especialistas sem precisar se deslocar ou aguardar longos períodos para agendamento. Ele acessa especialista remoto dentro da unidade solicitante, na ‘companhia do médico’ presencial. É a experiência do presencial, com a acessibilidade que só o remoto proporciona.”, explica o médico.
2. Redução de deslocamentos desnecessários: “O paciente pode resolver parte de suas demandas de saúde sem precisar se deslocar para outros municípios ou grandes centros, economizando tempo, dinheiro e reduzindo o cansaço, especialmente em áreas remotas”, salienta Antonio.
3. Maior resolutividade: “O caso é discutido no momento da consulta, permitindo decisões mais rápidas e evitando encaminhamentos desnecessários”, afirma o CEO da Cia do Médico.
4. Continuidade e integralidade do cuidado: “A teleinterconsulta favorece uma rede de atenção integrada, garantindo que o paciente continue sendo acompanhado pelo seu médico de referência com o suporte de especialistas, promovendo um cuidado contínuo e articulado”, detalha o médico e empresário.
5. Agilidade no início do tratamento: “A orientação rápida obtida por meio da teleinterconsulta pode permitir o início precoce de terapias ou exames necessários, reduzindo o tempo de evolução da doença”, conclui Antonio.
Fonte: Leonardo Lino
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