O alvo, segundo as Forças de Defesa de Israel, eram as estruturas subterrâneas na região da colina de Ali al-Taher, no sul do Líbano. Antes do ataque, os militares israelenses já haviam estabelecido um controle operacional sobre o local, que foi construído ao longo de mais de duas décadas.
Segundo Tel Aviv, os túneis, que se estendiam por mais de dois quilômetros, serviam como esconderijo para que membros do Hezbollah permanecessem debaixo da terra por longos períodos e comandassem operações militares de lá. Dentro do espaço, os soldados israelenses encontraram mísseis e drones de fabricação iraniana, metralhadoras, minas e explosivos.
O Exército de Israel afirmou que vai continuar “trabalhando para remover qualquer ameaça aos civis e às tropas”. O comunicado divulgado pela instituição reforçou que os militares do Estado judaico irão prosseguir com as operações em todas as fronteiras do país.
Ataques recentes
Na segunda-feira 7, Israel já havia prometido que continuaria atacando o Hezbollah, após bombardeios que deixaram ao menos 12 mortos, a maioria membros de uma mesma família, incluindo mulheres e crianças.
Na semana passada, o Exército israelense anunciou que havia tomado o controle da colina de Ali Taher, e desde então intensificou os ataques na região. Na madrugada de segunda, um bombardeio contra um edifício residencial em Kfar Reman deixou 11 civis mortos, incluindo duas crianças e quatro mulheres, segundo o Ministério da Saúde libanês.
+Bombeiros acusam Israel de provocar deliberadamente incêndios florestais no Líbano
Outras oito pessoas ficaram feridas, incluindo três crianças e um socorrista da Associação de Saúde Islâmica, um serviço de emergência ligado ao Hezbollah. Um fotógrafo da agência de notícias AFP viu o edifício de três andares completamente destruído, com livros didáticos e restos de móveis espalhados entre os escombros.
Discover more from FATONEWS :
Subscribe to get the latest posts sent to your email.
























