!["Ele [Lula] regulamentou os sites de aposta. O resultado está aí. Um monte de gente se iludindo, achando que vai ganhar dinheiro apostando, gastando até o que não tem, e, no final, perde tudo”, disse o senador Flávio Bolsonaro.](https://i0.wp.com/veja.abril.com.br/wp-content/uploads/2026/07/PAI822742.JPG.jpg?resize=1280%2C720&ssl=1)
A conexão seria concedida por meio de um bônus de dados. O objetivo é garantir acesso ao Gov.br e à Central da Mulher, plataforma que reunirá serviços de saúde, qualificação profissional, crédito, formalização de pequenos negócios e atendimento a vítimas de violência.
Responsável pela elaboração do programa, Daniella Marques afirma que a internet será a infraestrutura básica da era da inteligência artificial, assim como rodovias, ferrovias e energia foram fundamentais para o desenvolvimento no passado. Segundo ela, a digitalização dos serviços públicos perde efeito se a população de baixa renda não tiver conexão para acessá-los.
O financiamento viria principalmente do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações, o Fust, abastecido por uma contribuição de 1% sobre a receita das operadoras. A campanha também pretende buscar parcerias com as empresas de telefonia.
De acordo com Daniella, o projeto não exigirá aumento de impostos nem a criação de uma nova fonte de arrecadação. A proposta é usar recursos públicos que já existem e contrapartidas das operadoras para financiar a inclusão digital.
Flávio afirma que a campanha já conversou com empresas do setor interessadas em participar do programa. Ainda precisam ser definidos, porém, o tamanho do pacote de dados, os critérios para receber os aparelhos e a parcela do custo que caberá ao Fust e às operadoras.
A internet gratuita já é tratada como compromisso da pré-campanha. O fornecimento dos celulares permanece como uma possibilidade em análise.
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