Eu sempre tive o sonho de praticar esportes radicais. No começo deste ano, comecei a pesquisar sobre o rope jump após ver vídeos nas redes sociais. Encontrei uma empresa que realizava o salto em Barra Mansa, no sul do Rio de Janeiro. Fechei com eles o pulo e o transporte de ida e volta, mas fui até o local com uma empresa parceira. Em 11 de abril deste ano, pulei de rope jump de uma ponte de 47 metros de altura e foi lançada de “aviãozinho”: quando três pessoas da equipe te levantam e arremessam da ponte, mesma modalidade em que Maria Eduarda morreu neste sábado (13) ao ser jogada sem as cordas.
Saí de casa às 3h, passamos a madrugada na estrada. O carro da equipe que eu fui parou na entrada de uma trilha, e seguimos a pé até um trecho que dava acesso à ponte abandonada. Ao chegar no ponto onde seriam realizados os saltos, haviam barracas das empresas do grupo com os equipamentos que colocaríamos. Eu peguei a pulseira que determinava a ordem do salto, fui a 10ª pessoa a saltar. No dia, mais de 240 também realizaram o esporte, de pelo menos três empresas. Na época, paguei R$ 280 com o transporte de ida e volta inclusos. E, por fora, contratei o vídeo de drone.
No fechamento do pacote, também estava incluído um seguro aventura, que contava com o valor de R$ 50 mil em casos de morte acidental e invalidez total ou parcial, para o grupo II (bungee jump, rope jump, estilingue humano, pêndulo, asa delta…), além de R$ 1 mil para despesas médicas, hospitalares e medicamentos.
Nos reunimos em uma roda, alguns instrutores passaram as informações e oramos, juntos, o Pai Nosso. Em seguida, fomos conduzidos às barracas para colocação dos equipamentos de segurança: uma cinta inferior e um colete superior, além do capacete. A instrutora que me equipou perguntou, a todo o momento, se estava bom e seguro.
Discover more from FATONEWS :
Subscribe to get the latest posts sent to your email.



















