• Capa
  • Justiça
  • Tecnologia
Quinta-feira, Agosto 6, 2026
25 °c
Dourados
24 ° Sex
27 ° Sáb
No Result
View All Result
  • Início
  • Dourados

    Começam as obras da Casa da Mulher Brasileira

    Prefeitura e Ministério Público lançam tecnologia para proteger mulheres

    Pedro Pepa solicita redutor de velocidade na MS-276 para reforçar segurança em Indápolis

    Dourados faz “Dia D” de Multivacinação e amplia atendimento aos finais de semana

    Campeonato Estadual de Bandas e Fanfarras será lançado nesta quarta-feira

    Liandra pede ampliação de linha de ônibus para atender Delegacia da Mulher

    Prefeitura recupera Rua Álvaro Brandão e avança com melhorias no Canaã I

    Câmara de Dourados fortalece debate sobre políticas públicas para a juventude

    Mulheres com medida protetiva receberão dispositivo para acionar a Guarda Municipal

  • Mundo
  • Política
  • Brasil
  • Policial
  • Agro
No Result
View All Result
FATONEWS :
  • Início
  • Dourados

    Começam as obras da Casa da Mulher Brasileira

    Prefeitura e Ministério Público lançam tecnologia para proteger mulheres

    Pedro Pepa solicita redutor de velocidade na MS-276 para reforçar segurança em Indápolis

    Dourados faz “Dia D” de Multivacinação e amplia atendimento aos finais de semana

    Campeonato Estadual de Bandas e Fanfarras será lançado nesta quarta-feira

    Liandra pede ampliação de linha de ônibus para atender Delegacia da Mulher

    Prefeitura recupera Rua Álvaro Brandão e avança com melhorias no Canaã I

    Câmara de Dourados fortalece debate sobre políticas públicas para a juventude

    Mulheres com medida protetiva receberão dispositivo para acionar a Guarda Municipal

  • Mundo
  • Política
  • Brasil
  • Policial
  • Agro
No Result
View All Result
FATONEWS :
No Result
View All Result

Lula sanciona lei em memória das vítimas da covid-19 e critica Bolsonaro por atuação na pandemia

Samuel Azevedo by Samuel Azevedo
12/05/2026
in Brasil
Reading Time: 8 mins read
18
A A
Compartilhe no FacebookCompartilhe no TwitterCompartilhe no LinkedinCompartilhe no WhatsAppCompartilhe no Telegram

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou nesta segunda-feira (11), no Palácio do Planalto, a lei que institui 12 de março como Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19, em uma cerimônia marcada por homenagens aos mortos pela doença e por críticas à condução do governo Jair Bolsonaro (PL) durante a pandemia. Em discurso, Lula afirmou que a memória da crise sanitária deve preservar também a identificação de responsáveis por decisões públicas tomadas no período, quando o Brasil registrou mais de 716 mil mortes por covid-19, segundo dados citados por veículos com base no Ministério da Saúde.

A nova data nacional foi criada para lembrar, anualmente, as vítimas da maior emergência sanitária recente do país. O dia 12 de março remete à primeira morte por covid-19 registrada no Brasil, em 2020, conforme a justificativa do projeto aprovado pelo Congresso Nacional.

Leiatambém

Nova fase da Operação Sem Desconto mira lavagem de dinheiro ligada a fraude bilionária no INSS

05/08/2026

Com avião e 5 fazendas, patrimônio de Reinaldo cresce 176% em 20 anos e chega a R$ 55,9 milhões

05/08/2026

Patrimônio de Barbosinha cresce 57% em 4 anos e chega a R$ 17,3 milhões

05/08/2026

Mega-Sena concurso 3040: prêmio acumula, e próximo sorteio deve pagar R$ 150 milhões; veja as dezenas

05/08/2026

Durante o evento, Lula direcionou críticas ao ex-presidente Jair Bolsonaro, sem deixar de mencionar que a responsabilidade pela condução da pandemia envolveu também auxiliares, autoridades e profissionais que, segundo ele, endossaram medidas sem respaldo científico. A fala recolocou no centro do debate político a gestão federal da crise sanitária entre 2020 e 2022.

“Só tem sentido lembrar algo do passado se a gente conseguir gravar o nome de quem foi o responsável”, afirmou Lula, em referência ao período da pandemia. O presidente também disse que Bolsonaro, como chefe do Executivo, não era obrigado a conhecer todos os temas técnicos, mas deveria ter ouvido especialistas e cientistas na definição das ações de enfrentamento à covid-19.

Lei cria data nacional para preservar memória das vítimas

A lei sancionada por Lula estabelece o Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19, a ser lembrado em 12 de março. A proposta teve origem no Congresso e foi apresentada pelo deputado federal Pedro Uczai (PT-SC), líder do PT na Câmara. No Senado, a relatoria ficou com Humberto Costa (PT-PE), conforme registros da tramitação divulgados pela imprensa.

A criação da data tem dimensão simbólica e institucional. Ao transformar a memória das vítimas em referência anual no calendário nacional, o Estado reconhece a gravidade da crise sanitária e cria um marco permanente para homenagens, ações educativas e debates sobre políticas públicas de saúde.

A pandemia de covid-19 atingiu o Brasil a partir de 2020 e atravessou diferentes fases, incluindo períodos de colapso hospitalar, escassez de insumos, disputa política em torno de medidas de isolamento, desinformação sobre vacinas e mudanças na condução do Ministério da Saúde.

O ano de 2021 foi o mais letal da crise no país. Dados reunidos pelo Ministério da Saúde e citados em levantamentos públicos indicam que o Brasil superou a marca de 716 mil mortes pela doença no acumulado da pandemia.

Lula critica condução do governo Bolsonaro

O ponto político mais forte da cerimônia foi a crítica de Lula a Jair Bolsonaro. O presidente afirmou que não bastaria lembrar as vítimas sem identificar decisões, omissões e discursos que, em sua avaliação, contribuíram para o agravamento da crise.

Lula disse que, pessoalmente, não acusava Bolsonaro por não dominar tecnicamente todos os aspectos da pandemia, mas cobrou que o então presidente tivesse ouvido especialistas. A declaração buscou estabelecer uma distinção entre desconhecimento técnico e responsabilidade institucional.

“O que eu reivindicava era que ele ouvisse os principais cientistas para que tivesse orientação”, afirmou o presidente, segundo o texto-base.

Ao mencionar a necessidade de “dar nome aos bois”, Lula também retomou críticas a declarações feitas durante a pandemia contra vacinas e medidas de proteção. O presidente citou, em seu discurso, a circulação de afirmações de que imunizantes poderiam transformar pessoas em “jacaré”, frase associada ao ambiente de desinformação que marcou parte do debate público naquele período.

A fala ocorre em um contexto em que a pandemia segue sendo tema sensível na política brasileira. A condução do governo federal durante a crise foi objeto de críticas de opositores, investigações parlamentares e disputas jurídicas e eleitorais.

Disputa sobre responsabilidade política segue aberta

A responsabilização pela condução da pandemia permanece como um dos temas mais controversos da política nacional. Aliados de Bolsonaro sustentam que governadores e prefeitos também tiveram papel central nas decisões sobre isolamento, restrições e gestão hospitalar. Críticos do ex-presidente apontam que o governo federal teve responsabilidade na coordenação nacional da resposta sanitária, na comunicação pública e na compra de vacinas.

Na cerimônia desta segunda-feira, Lula reforçou a segunda leitura. O presidente atribuiu ao governo anterior a responsabilidade política por não ter dado centralidade à ciência, especialmente nos momentos de maior pressão sobre o sistema de saúde.

O tema envolve dimensões institucionais distintas. No plano político, a disputa se dá sobre a memória pública da pandemia. No campo jurídico, eventuais responsabilidades dependem de apurações, provas, decisões de autoridades competentes e direito de defesa dos envolvidos.

A linguagem adotada por autoridades em eventos públicos tende a influenciar o debate. Ao sancionar a lei, Lula conectou a memória das vítimas à cobrança por responsabilidade institucional, o que deve manter o assunto no radar político.

Governo defende ciência e vacinação como eixo da memória

A cerimônia também teve como pano de fundo a defesa da vacinação e de políticas públicas baseadas em evidências científicas. Lula criticou médicos e ex-integrantes do governo Bolsonaro que, segundo ele, apoiaram práticas sem aval da ciência durante a crise sanitária.

O governo federal tem buscado associar a política de saúde atual à recuperação de coberturas vacinais e à reconstrução de campanhas públicas. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou da cerimônia e vem defendendo a recomposição de ações de imunização em parceria com estados e municípios.

A queda da cobertura vacinal no Brasil durante os últimos anos tornou-se uma preocupação para autoridades sanitárias. O tema ganhou força após a pandemia, quando a circulação de desinformação sobre vacinas ampliou a resistência de parte da população a campanhas de imunização.

Ao sancionar a lei, o governo procura fixar a memória da covid-19 não apenas como luto, mas também como advertência institucional. A mensagem política é que futuras emergências sanitárias devem ser enfrentadas com coordenação federal, comunicação clara, apoio científico e fortalecimento do Sistema Único de Saúde.

Covid-19 deixou mais de 716 mil mortos no Brasil

A pandemia de covid-19 deixou mais de 716 mil mortos no Brasil, segundo dados oficiais citados em levantamentos recentes. O país também acumulou dezenas de milhões de casos confirmados desde o primeiro diagnóstico, registrado em fevereiro de 2020.

O período mais crítico ocorreu em 2021, quando o país enfrentou colapso em sistemas hospitalares, falta de leitos, pressão por oxigênio medicinal em alguns estados e avanço acelerado de óbitos. A vacinação em massa contribuiu posteriormente para reduzir mortes e internações.

Nos anos seguintes, os óbitos caíram de forma expressiva com o avanço da imunização, a maior proteção populacional e mudanças no comportamento do vírus. Ainda assim, a doença continuou produzindo mortes e exigindo acompanhamento permanente das autoridades de saúde.

A criação do Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19 busca manter essa trajetória no debate público. Para familiares de vítimas e profissionais de saúde, a data pode funcionar como espaço de reconhecimento e reparação simbólica.

Cerimônia reuniu autoridades e representantes da saúde

Além de Lula e Alexandre Padilha, a cerimônia contou com a presença do deputado Pedro Uczai e de representantes de organizações ligadas a profissionais de saúde e familiares de vítimas. A participação desses grupos reforçou o caráter de homenagem pública da sanção.

Durante a pandemia, profissionais de saúde estiveram na linha de frente do atendimento em hospitais, unidades básicas, postos de vacinação e serviços de emergência. Muitos foram contaminados no exercício da função e trabalharam em condições de forte pressão física e emocional.

A presença de entidades do setor também dá à lei uma dimensão de reconhecimento do trabalho desses profissionais. Ao mesmo tempo, o governo usou o evento para destacar a importância de campanhas de vacinação e de estruturas permanentes de vigilância sanitária.

A memória da pandemia, nesse sentido, não se limita à lembrança dos mortos. Ela alcança também a valorização das equipes de saúde, a discussão sobre preparação para futuras emergências e a avaliação de erros e acertos na gestão pública.

Data deve ampliar disputa sobre legado da pandemia

A instituição de 12 de março como Dia Nacional em Memória das Vítimas da Covid-19 deve manter a pandemia presente na agenda pública, especialmente em anos eleitorais e em momentos de debate sobre saúde, ciência e responsabilidade política.

Para o governo Lula, a data ajuda a consolidar uma narrativa de defesa da vacinação e de crítica à gestão Bolsonaro. Para a oposição, o tema pode ser contestado caso seja visto como instrumento de disputa política em torno de uma tragédia nacional.

O desafio institucional será equilibrar homenagem, memória e debate público sem reduzir a data a confronto partidário. A pandemia afetou famílias de diferentes regiões, classes sociais e posições políticas, e a dimensão humana da tragédia é mais ampla do que a disputa entre governos.

Ainda assim, a sanção ocorreu em um ambiente político polarizado. Ao citar Bolsonaro e cobrar responsabilização, Lula deu à cerimônia um tom político forte, o que tende a gerar reação de aliados do ex-presidente.

Sanção reforça confronto político sobre crise sanitária

A sanção da lei coloca a memória da covid-19 em um novo patamar institucional e reacende a disputa sobre a condução da crise sanitária no Brasil. Ao estabelecer uma data nacional, o governo cria um marco permanente para homenagens às vítimas. Ao mesmo tempo, ao criticar Jair Bolsonaro, Lula recoloca a responsabilidade política pela pandemia no centro do debate.

O tema seguirá sensível porque envolve luto, ciência, gestão pública, vacinação, liberdade individual, federalismo e responsabilização de autoridades. A memória das mais de 716 mil mortes permanece como uma das marcas mais profundas da história recente do país.

Para o governo, a data nacional deve servir como alerta contra a desinformação e como defesa de políticas públicas baseadas em evidências. Para os críticos, a discussão sobre responsabilidade precisa observar atribuições de cada esfera de governo e garantir direito de defesa a todos os citados.

A lei sancionada nesta segunda-feira amplia o espaço institucional para essa discussão. A partir de agora, 12 de março será uma data oficial de memória, mas também um ponto recorrente de reflexão sobre como o Estado brasileiro reagiu à maior crise sanitária das últimas décadas.

Donation

Buy author a coffee

Donate

Related


Discover more from FATONEWS :

Subscribe to get the latest posts sent to your email.

Samuel Azevedo

Samuel Azevedo

Trabalhamos sempre pelo melhor!

NotíciasRelacionadas

Brasil

Nova fase da Operação Sem Desconto mira lavagem de dinheiro ligada a fraude bilionária no INSS

05/08/2026
Brasil

Com avião e 5 fazendas, patrimônio de Reinaldo cresce 176% em 20 anos e chega a R$ 55,9 milhões

05/08/2026
Brasil

Patrimônio de Barbosinha cresce 57% em 4 anos e chega a R$ 17,3 milhões

05/08/2026
Brasil

Mega-Sena concurso 3040: prêmio acumula, e próximo sorteio deve pagar R$ 150 milhões; veja as dezenas

05/08/2026
Brasil

Novos ataques de Milei a Lula complicam retorno de embaixador do Brasil à Argentina

04/08/2026
Brasil

PF diz que advogado enviou R$ 11 milhões a mulher de senador Weverton Rocha e comprou casa para ele

04/08/2026

Recomendadas

Banco Master contratou mulher e filho de desembargador para tentar liberar R$ 1,6 bi em precatórios da União

4 meses ago

Salário mínimo de 2027 tem reajuste estimado pelo governo; veja o que mudaria

5 horas ago

Tendência

Screenshot

Quem é o juiz que atropelou ciclista ao dirigir embriagado com mulher nua no colo

1 ano ago

‘Dízimos para Deus’: Igreja Universal terá que devolver R$ 50 mil à fiel com bipolaridade

1 ano ago

MAIS LIDAS

Trump pede que Israel “termine o trabalho” em Gaza

1 ano ago

Sidninho é eleito presidente da CCJ na Câmara e Muniz mostra força em embate com a Prefeitura de Salvador; entenda

1 ano ago

‘Dízimos para Deus’: Igreja Universal terá que devolver R$ 50 mil à fiel com bipolaridade

1 ano ago
Screenshot

Quem é o juiz que atropelou ciclista ao dirigir embriagado com mulher nua no colo

1 ano ago

Trump limita comentários de perfil oficial no Instagram após brasileiros criticarem tarifaço: ‘país soberano’

1 ano ago
FATONEWS :

Somos uma empresa de comunicação voltada a divulgar a notícia verdadeira, em amplo combate a fake news.

Categorias

  • Agro (190)
  • Brasil (1.178)
  • Capa (1.755)
  • Carros (115)
  • Cidades (789)
  • Cultura (151)
  • Dourados (948)
  • Economia (618)
  • Educação (71)
  • Eleições (69)
  • Esportes (19)
  • Justiça (483)
  • Land Mark (33)
  • Mundo (699)
  • Opinião (122)
  • Policial (470)
  • Política (816)
  • Saúde (391)
  • Sociedade (170)
  • Tecnologia (338)
  • Uncategorized (21)

Siga-nos

  • Capa
  • Justiça
  • Tecnologia

Copyright © 2012 - 2026, Reprodução permitida se citada a fonte. Samuka Câmara 67 98144-9925

Welcome Back!

Login to your account below

Forgotten Password?

Retrieve your password

Please enter your username or email address to reset your password.

Log In

Add New Playlist

Manage Consent
To provide the best experiences, we use technologies like cookies to store and/or access device information. Consenting to these technologies will allow us to process data such as browsing behavior or unique IDs on this site. Not consenting or withdrawing consent, may adversely affect certain features and functions.
Functional Sempre ativo
The technical storage or access is strictly necessary for the legitimate purpose of enabling the use of a specific service explicitly requested by the subscriber or user, or for the sole purpose of carrying out the transmission of a communication over an electronic communications network.
Preferences
The technical storage or access is necessary for the legitimate purpose of storing preferences that are not requested by the subscriber or user.
Statistics
The technical storage or access that is used exclusively for statistical purposes. The technical storage or access that is used exclusively for anonymous statistical purposes. Without a subpoena, voluntary compliance on the part of your Internet Service Provider, or additional records from a third party, information stored or retrieved for this purpose alone cannot usually be used to identify you.
Marketing
The technical storage or access is required to create user profiles to send advertising, or to track the user on a website or across several websites for similar marketing purposes.
  • Gerir opções
  • Gerir serviços
  • Gerir {vendor_count} fornecedores
  • Leia mais sobre esses propósitos
View preferences
  • {title}
  • {title}
  • {title}
No Result
View All Result
  • Cart
  • Checkout
  • Home 1
  • My account
  • Shop

Copyright © 2012 - 2026, Reprodução permitida se citada a fonte. Samuka Câmara 67 98144-9925

Este site utiliza cookies. Ao continuar a utilizar este site, você concorda com a utilização de cookies.