A ministra do Planejamento, Simone Tebet, rejeitou qualquer possibilidade de integrar uma eventual chapa encabeçada por Fernando Haddad na disputa pelo governo de São Paulo em 2026. A declaração foi feita nesta segunda-feira (20), em resposta a especulações de bastidores sobre sua participação como vice.
Segundo Tebet, não houve diálogo sobre o tema nem com Haddad nem com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A ministra afirmou que seu foco político está definido e que pretende concorrer ao Senado — ou não disputar nenhum cargo.
A movimentação ocorre após a divulgação de um levantamento interno ligado ao grupo político de Haddad, no qual o nome de Tebet apareceu como o mais competitivo para compor a chapa. Outros nomes avaliados incluíram figuras como Márcio França, Marina Silva e Tabata Amaral.
Apesar do desempenho no estudo, a ministra minimizou a hipótese e indicou que sua inclusão pode ter sido estratégica, dentro da busca por uma composição com presença feminina.
Cenário eleitoral
Mesmo fora da disputa pelo Executivo estadual, Tebet aparece bem posicionada na corrida ao Senado por São Paulo. Levantamento do Real Time Big Data indica a ministra com vantagem em cenários sem a presença de Haddad, variando entre 16% e 22% das intenções de voto.
Quando Haddad é incluído, ele lidera as projeções, enquanto Tebet aparece na sequência. Outros nomes testados incluem Guilherme Derrite, Ricardo Salles e Rodrigo Garcia.
Os dados também mostram que a disputa segue aberta, principalmente na definição do segundo voto para o Senado, com parcela significativa do eleitorado ainda indecisa.
A pesquisa ouviu 2 mil eleitores em março, com margem de erro de dois pontos percentuais e nível de confiança de 95%.
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