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‘As pessoas preferem não saber o que tem no alface, tomate ou morango, porque, se soubessem, não comeriam’

Samuel Azevedo por Samuel Azevedo
01/02/2025
no Mundo
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‘As pessoas preferem não saber o que tem no alface, tomate ou morango, porque, se soubessem, não comeriam’
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Um ato tão cotidiano como comer uma salada pode ser menos saudável do que pensamos. Após décadas de agricultura industrial, todos sabem que os alimentos, em maior ou menor grau, podem estar contaminados com pesticidas.

E também sabem sobre o impacto ambiental que resulta do consumo de alimentos que vêm de tão longe, de outros continentes.

Rafael Navarro de Castro, sociólogo e formado em Extensão e Desenvolvimento Rural, sabe o quanto é difícil combater esse problema, mas defende que pelo menos deveríamos ter avisos claros informando de onde vêm os alimentos que compramos e quais pesticidas contêm, para que possamos saber o que estamos colocando na boca e, assim, cada um decida o que fazer com essa informação.

Em sua opinião, o cultivo sob o plástico das estufas é a metáfora perfeita deste mundo moderno.

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A Terra não é coberta por um plástico, mas tem gases que produzem o mesmo efeito: conservar o calor. Daí o título de seu segundo livro, Planeta Invernadero (Planeta Estufa, em tradução livre), onde o autor leva o leitor a uma jornada durante o ano de 2019 pelo Poniente, uma região costeira da Espanha marcada pelas estufas que criam este peculiar “mar de plásticos”.

No livro de ficção, a protagonista, Sara, uma engenheira agrônoma madrilenha, Navarro mostra o impacto da indústria agroquímica no meio ambiente e na saúde humana, assim como a migração e a exploração laboral no setor agrícola.

Ele, como sua protagonista, também decidiu mudar de vida, o que fez há 24 anos.

Abandonou seu pequeno apartamento no centro de Madrid para viver em Monachil, uma cidade ao pé da Serra Nevada, no sul da Espanha, onde seus vizinhos acharam que ele não duraria nem um ano.

Mas estavam errados. Nessas mais de duas décadas, ele viu de perto o impacto das mudanças climáticas: castanheiros milenares morrendo por falta de água.

A BBC News Mundo conversou com o escritor no âmbito do Hay Festival de Cartagena 2025, o festival de literatura e ideias que celebrou seus 20 anos no final de janeiro nesta cidade do Caribe colombiano.

Línea gris.

BBC

BBC News Mundo – Em seu romance Planeta Invernadero, você faz um retrato da sociedade em que vivemos e seus problemas, desde os ambientais até os sociais. Qual foi a sua inspiração?

Rafael Navarro de Castro – Teríamos que voltar ao romance anterior. Meu primeiro livro se chamava A Terra Desnuda e conta a vida dos camponeses que conheci na serra em 2000, quando cheguei lá.

Conta mais ou menos a história dos meus vizinhos. É uma homenagem a esses homens e mulheres e a essa forma de vida, que estava desaparecendo diante dos meus olhos. Era um elogio à vida que essas famílias levaram, que eram autossuficientes e respeitosas com o meio ambiente.

Para o próximo livro, pensei no que viria depois dessa agricultura tradicional. O que veio foi a agricultura intensiva industrial. Comecei a pesquisar e pensei: qual é a expressão mais extrema da agricultura intensiva? A estufa.

Existem várias regiões na Andaluzia [sul da Espanha] que estão completamente cobertas por plástico. Estamos falando de cerca de 60.000 hectares cobertos de plástico. Um mundo absolutamente impressionante.

Rafael Navarro de Castro.

Arquivo pessoal
Rafael Navarro trocou sua vida no centro de Madrid para viver em um vilarejo aos pés da Serra Nevada, no sul da Espanha

BBC News Mundo – Você foca sua história em um lugar onde o que não está coberto de plástico está coberto de concreto, e onde a cor verde desapareceu, apesar de ser o celeiro da Europa. Como chegamos a esse ponto?

Rafael Navarro – Pelo capitalismo e pelo produtivismo. Na Espanha e na Europa, o processo foi o abandono das zonas rurais, porque eram consideradas improdutivas.

As pessoas tiveram que se mudar para as cidades para trabalhar. Mas houve regiões, como o Poniente Almeriense ou a Coroa Norte em Huelva, que se desenvolveram tecnologicamente porque tinham aquíferos subterrâneos e boas condições meteorológicas.

Esses territórios não se esvaziaram porque encontraram uma maneira de rentabilizar suas colheitas. A solução foi o uso de estufas.

Com as estufas, eles conseguem produzir durante o ano todo. Multiplicam as colheitas, aumentam a quantidade de produto. Mas tudo isso tem um custo ambiental gigantesco, que basicamente é a poluição do solo e da água, a exploração excessiva dos aquíferos e uma contribuição impressionante para a mudança climática, porque tudo isso é feito com base em energia e produtos químicos.

Esses lugares cresceram e continuam crescendo com um problema duplo: primeiro, a exploração laboral, e depois, a destruição ambiental.

No livro, tento mostrar que isso não é um problema apenas da agricultura industrial. A indústria têxtil segue os mesmos princípios.

BBC News Mundo – Ao longo do livro, você chama atenção para os cereais transgênicos, o peixe cheio de microplásticos, os pesticidas e alimentos insossos como os tomates. Como podemos fazer com que o consumidor tome consciência do que está comendo?

Rafael Navarro – Não é só que os tomates não tenham mais gosto, é que estão contaminados e contêm muitos produtos químicos que nos fazem mal, e isso todo mundo mais ou menos sabe disso.

A questão é: se todos sabemos que estão contaminados, por que continuamos comprando e comendo?

Do ponto de vista coletivo, poderiam ser feitas mil coisas simples, como comer alimentos de época. Ou seja, comer abacates na estação em que são produzidos na Espanha, e não quando vêm do Peru. Só isso já seria um avanço para a civilização e não exige um grande esforço econômico.

Por que as pessoas não mudam? Porque estão em uma inércia. Não olham de onde as coisas vêm. Não entendo como não exigem isso.

Deveria ser muito claro de onde vem cada produto e quais produtos químicos tem uma laranja, uma acelga, uma alface ou um tomate. Aí cada um decide se vai comer ou não [o produto].

Estufas na região espanhola de Almería

Getty Images
Na opinião do escritor, o cultivo sob o plástico das estufas é a metáfora perfeita do mundo em que vivemos

BBC News Mundo – Nesse contexto, a protagonista se faz perguntas como: Quantos pesticidas contém esse prato tão saudável como uma salada?

Rafael Navarro – Minha editora me diz para não falar muito sobre pesticidas, porque as pessoas preferem não saber o que contém a alface, o tomate ou o morango, porque, dessa forma, já não comeriam.

Mas eu reivindico o direito de saber, e a informação está aí. Sabemos que os pesticidas são cancerígenos, que afetam o sistema hormonal, o sistema reprodutivo. Sabemos que há muitos problemas como o hipotireoidismo, cânceres que estão relacionados com a quantidade de pesticidas.

Até a água da torneira e a cerveja têm pesticidas. Sabemos disso, mas o consumidor não reage, e as instituições, menos ainda.

Em 2024, a União Europeia aprovou uma moratória de dez anos a mais para o glifosato. É o pesticida mais vendido do mundo. Sabemos que é cancerígeno. Nos Estados Unidos, já há ações que condenaram a Monsanto a pagar a agricultores que contraíram câncer depois de usá-lo.

Estou certo de que, mais cedo ou mais tarde, será proibido. Mas, enquanto isso, estamos comendo isso. Está em praticamente todos os alimentos.

BBC News Mundo – Você acha que veremos então, como escreve em seu livro, mensagens como aquelas nas embalagens de cigarro?

Rafael Navarro – Não sei. Gostaria que ao menos as pessoas soubessem, mas elas não querem saber.

Deveriam saber que um quilo de morangos tem sete pesticidas. Não é um pesticida, nem dois, nem três, são sete diferentes. Isso é um problema muito sério. Como há limites para os pesticidas, os agricultores diversificam a quantidade de pesticidas que usam.

Sobre o tabaco, Marie-Monique Robin, uma francesa que escreveu muito sobre agricultura e pesticidas, diz que, em determinado momento, a indústria agroquímica se uniu para culpar o cigarro por tudo, assim não se falaria da poluição química de todos os produtos dela.

Eu não sou daqueles que diz: “Pesticidas zero”. Acho que em determinadas circunstâncias talvez seja necessário usar pesticidas em pragas, mas hoje em dia as plantações são fumigadas de forma preventiva, e a quantidade de pesticidas que consumimos é horrível.

Mas não acho que vão colocar “essa alface pode prejudicar seriamente sua saúde” [risos], mas ao menos deveríamos exigir que fosse informado o que ela contém.

BBC News Mundo – Você fala de fertilizantes, pesticidas, do aumento do câncer, de como os aquíferos espanhóis são explorados ou contaminados. Qual futuro nos espera?

Rafael Navarro – O que eu proponho é fazer alguma coisa. Temos que tentar algo, pode funcionar ou não, mas se continuarmos assim, teremos sérios problemas.

Estive nas estufas de Almería [sul da Espanha], conversando com agricultores, empresários, imigrantes, e lá ninguém tem dúvida. Eles sabem que isso é uma questão de décadas, que em 10, 20, 30 ou 40 anos não vai crescer mais nada lá.

O solo está morto devido à química, os aquíferos estão sobrecarregados, contaminados, e como o nível da água diminui, se infiltra água do mar, e também ficam salinizados.

Se continuarmos por esse caminho, o desastre é garantido. Temos que tentar algo. Pelo menos pisar no freio. Não continuar construindo estufas. Mas toda vez que vou a Almería, vejo novas estufas por toda parte. Mas como se não tem água!

Capa do livro

Divulgação

BBC News Mundo – No seu livro, você fala sobre Rachel Carson, que publicou Primavera Silenciosa em 1962, e a ativista alemã Petra Kelly, uma das fundadoras do Partido Verde alemão em 1980. Ambas foram perseguidas por alertar sobre os perigos. Como lutar contra um sistema tão forte como o que move a indústria alimentícia?

Rafael Navarro – Quando comecei a pesquisar sobre a agricultura industrial, me lembrei de Rachel Carson e de Petra Kelly, que eu havia lido 30 anos atrás.

Depois continuei pesquisando e vi que todas as vozes mais sérias contra a agricultura industrial eram de mulheres. E decidi que a protagonista seria uma engenheira que trabalha nas estufas.

Percebi também que todas foram insultadas, desqualificadas, ameaçadas, até agredidas e perseguidas. Então pensei que isso seria o que aconteceria com minha protagonista. Ela faz parte do sistema, mas vai criticá-lo, e como consequência, será insultada e perseguida, como fizeram com uma mulher em Almería.

Na verdade, também recebi insultos e denúncias. A luta dos ativistas sempre será questionada. Olhe para Greta Thunberg, se não recebeu ameaças. Acho que ela ainda vive meio escondida em algum lugar da Suécia.

BBC News Mundo – Por meio de Sara, conhecemos tudo o que acontece sob o mar de plástico das estufas, incluindo a vida dos migrantes sem documentos que sofrem uma exploração laboral que beira a escravidão.

Rafael Navarro – Essa é a contradição que governa o universo. Todos sabemos disso, mas não é só o tomate, é o celular que estou segurando e que você também tem aí.

Esses produtos são feitos à base de exploração, de exploração de crianças em minas africanas, em condições de vida inimagináveis, que todos sabemos. Ninguém pode dizer mais que não sabia disso.

O que tento é dar rosto a essas pessoas. Sem o abuso e a exploração de todos esses imigrantes, essas indústrias não durariam nem uma semana. Você tira os imigrantes amanhã e elas têm que fechar, literalmente.

Dei rosto às coisas com a pequena esperança de que, talvez, alguém diga que isso não pode ser aceito.

BBC News Mundo – Você diz que vivemos em um mundo de contradições onde, por exemplo, levamos sacolas reutilizáveis ao supermercado, mas depois usamos um avião para voar milhares de quilômetros para ir à praia. Quais problemas surgem de viver em uma contradição constante?

Rafael Navarro – Acho que essa contradição é uma fonte de frustração, de insatisfação, e provavelmente de ansiedade. Acho que as pessoas vivem muito ansiosas, especialmente aquelas que fazem coisas que sabem que estão erradas.

Mas é uma contradição que todos carregamos dentro da gente. Por isso talvez as pessoas prefiram não saber os detalhes. Não querem saber muito para não se sentir mal. Vivemos com isso.

Tem gente que resolve com pequenas “passadas de pano na consciência”, como a sacola reutilizável no supermercado. Tem gente que pensa que, como recicla, pode pegar um avião para passar o fim de semana em Paris ou escapar para as Maldivas.

Em maior ou menor grau, todos temos que conviver com a contradição, porque fazer tudo certo é quase impossível.

Rachel Carson

Getty Images
A conservacionista americana Rachel Carson foi uma fonte de inspiração para Rafael Navarro.

BBC News Mundo – Você, assim como sua protagonista, decidiu sair de Madri para viver em uma vila ao pé da Sierra Nevada. Não corremos o risco de romantizar essa fuga para a natureza?

Rafael Navarro – Sempre me acusam disso, de idealizar o campo e a vida no interior. É verdade que minha proposta não é coletiva, eu não acredito que todo mundo possa sair para viver na natureza ou no campo.

A vida na serra é muito difícil e você tem que abrir mão de muitas coisas. Foi a opção que eu tomei na minha vida e foi a opção que dei para a minha personagem, mas não é uma proposta coletiva, nem viável, porque não haveria campo suficiente.

Para mim, a vida na natureza é mais saudável, mais sustentável e menos poluente do que a vida na cidade. Também estou muito cansado dessa visão contrária, que condena a vida no campo.

Mudar-se para uma cidade pequena pode ser horrível ou maravilhoso. Da mesma forma, mudar-se para uma cidade grande pode ser horrível ou maravilhoso.

BBC News Mundo – Ler o livro alguns meses depois do que aconteceu em Valência, a maior tempestade do século na Espanha, faz com que afirmações como “o aquecimento global deixou de ser uma ameaça para se tornar uma emergência” estejam mais atuais do que nunca. Você acha que esse tipo de tragédia ajuda a aumentar a conscientização sobre o clima?

Rafael Navarro – Está claro que temos memória curto, porque isso acontece todo ano. O fenômeno que eu conto no romance, em 2019, não foi inventado, aconteceu realmente. E os dados que forneço também são reais.

Não foi tão terrível como a do ano passado [em Valência], mas é um fenômeno que se repete. Se já sabemos disso, por que não tomamos providências? Medidas, principalmente preventivas.

Eu acho que um dos problemas do século 21 é a falta de memória. Ainda existem políticos que negam a mudança climática. Continua-se construindo em zonas inundáveis.

Voltamos um pouco à questão anterior: não queremos saber, ou nos exige muito, ou não queremos abrir mão de nada, ou queremos continuar tendo e aproveitando tudo.

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