O ex-deputado federal Alexandre Ramagem repercutiu nas redes sociais o anúncio do governo de Donald Trump de que identificou uma tentativa de “manipular o sistema de imigração do país” e, com isso, determinou a saída dos Estados Unidos de um funcionário brasileiro supostamente envolvido. A medida foi confirmada pelas autoridades americanas uma semana após a detenção do ex-chefe da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), que é considerado foragido no Brasil pela condenação a mais de 16 anos de prisão pela participação na trama golpista.
Pelas redes sociais, Alexandre Ramagem repercutiu a nota do Escritório de Assuntos do Hemisfério Ocidental, ligado ao Departamento de Estado americano, de que “nenhum estrangeiro pode manipular nosso sistema de imigração para contornar pedidos formais de extradição e estender perseguições políticas ao território dos Estados Unidos”. O governo brasileiro nega qualquer viés político nas ações contra Ramagem, que deixou o país “de forma clandestina” em setembro passado para não ser preso, segundo a Polícia Federal.
O ex-deputado também compartilhou com os seguidores um vídeo do ex-parlamentar Eduardo Bolsonaro (PL), exilado no país há mais de um ano. Na publicação, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) ressalta a ordem de saída do funcionário brasileiro dos EUA e renova ataques à PF e ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, relator do processo da trama golpista. Na postagem, Eduardo disse que se tratou de um “dia ruim para Moraes” e, ao mesmo tempo, uma “boa notícia para os amantes da liberdade”.
— [O delegado foi] Expulso dos Estados Unidos como repercussão da prisão do Ramagem, ou melhor, da detenção. Tudo indica aí, gente, que a Polícia Federal quis dar uma de malandra. O caso do Ramagem, que seria um caso de extradição, porque ele tem uma condenação injusta no Brasil, a Polícia Federal tentou ‘bypassar’ as autoridades americanas e tratar o caso como deportação por status migratório incorreto, o que na verdade também não se configura — disse Eduardo. — Se a cooperação [citada pela PF no dia da prisão] tivesse ocorrido, isso não estaria acontecendo.
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