O prefeito de Marçal Filho recebeu, na sexta-feira (16), em Dourados, o governador em exercício José Carlos Barbosa, acompanhado do senador Nelsinho Trad e do secretário estadual de Saúde de Mato Grosso do Sul, durante ato de entrega de novos equipamentos ao Hospital da Vida. Também acompanharam a agenda o secretário municipal de Saúde, Márcio Figueiredo, o deputado federal Rodolfo Nogueira, a deputada estadual Lia Nogueira e vereadores do município.
O Governo do Estado entregou um conjunto de equipamentos hospitalares que amplia a capacidade assistencial da unidade. Entre os itens estão 48 camas hospitalares elétricas, 21 macas, 15 ventiladores pulmonares, oito eletrocardiógrafos portáteis, três perfuradores ósseos, dois eletrocardiógrafos Ritmus + Cardio, dois aparelhos de ultrassonografia, duas mesas cirúrgicas elétricas, um arco cirúrgico, um aparelho de raio-X fixo e um aparelho de raio-X móvel. O investimento totaliza mais de R$ 3 milhões, com recursos da Secretaria de Estado de Saúde.
Referência em urgência e emergência e unidade de portas abertas ao SUS, o Hospital da Vida atende pacientes de 33 municípios da região, além de demandas vindas do Paraguai. De acordo com Marçal Filho, a procura elevada ao longo dos anos mantém o hospital sob pressão constante, o que torna permanente o desafio de ampliar e modernizar a estrutura.
Durante solenidade, o prefeito agradeceu a entrega dos equipamentos e a parceria para que possa avançar na garantia de um atendimento mais qualificado. “Esses equipamentos significam mais qualidade no atendimento, mais segurança para os pacientes e melhores condições de trabalho para nossas equipes. É um reforço importante para uma unidade que salva vidas todos os dias”, afirmou.
Marçal voltou a defender, no entanto, a revisão dos repasses estaduais e federais para a saúde regional. Segundo ele, os valores atualmente transferidos não acompanham o volume de atendimentos realizados em Dourados. O prefeito lembrou que a manutenção de estruturas como o Samu, a UPA e o próprio Hospital da Vida exige alto custeio contínuo, enquanto a maior parte das despesas segue sendo arcada com recursos do próprio município
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