Mato Grosso do Sul é o estado brasileiro com o menor índice de pessoas desocupadas há mais de dois anos, conforme aponta o Ranking de Competitividade dos Estados. Com taxa de apenas 5,5%, o Estado ocupa a primeira colocação nacional, indicando maior capacidade de reinserção da população no mercado de trabalho formal.
O desempenho coloca Mato Grosso do Sul à frente do Piauí, que registra 7,4%, e do Pará, com 9,1%. O levantamento foi elaborado pelo CLP, com base em dados do IBGE.
Na outra ponta do ranking aparecem os estados com maiores índices de desemprego prolongado: Rio Grande do Norte e Rio de Janeiro, ambos com 32,1% da população desocupada há mais de dois anos.
Mercado de trabalho em crescimento
Dados do Caged mostram que Mato Grosso do Sul gerou 16.368 empregos formais no acumulado de 12 meses, entre dezembro de 2024 e novembro de 2025. Em novembro, o Estado alcançou um estoque total de 701.179 vínculos formais.
Ao longo de 2025, o crescimento foi de 309,13% no saldo de empregos e de 2,39% no estoque total de vínculos em relação ao ano anterior. A taxa de rotatividade ficou em torno de 33,09% nos últimos 12 meses.
Entre os setores, Comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas lideraram a geração de empregos em novembro, com saldo positivo de 695 vagas, seguidos pela Construção, que registrou 31 novos postos. Já a Indústria e a Agricultura apresentaram os piores resultados no período, ambos com saldo negativo de 614 vagas.
Destaques por município
No recorte municipal, Dourados liderou a geração de empregos em novembro de 2025, com saldo positivo de 189 vagas, seguida por Inocência (172), Campo Grande (123), São Gabriel do Oeste (101) e Bonito (67).
Por outro lado, os maiores saldos negativos foram registrados em Nioaque, com perda de 361 vagas, Chapadão do Sul (173), Sidrolândia (145), Ribas do Rio Pardo (141) e Naviraí, que fechou o mês com 121 postos de trabalho a menos.
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