Americanas (AMER3)
A Americanas apresentou lucro líquido de R$ 367 milhões no terceiro trimestre de 2025 (3T25), queda de 96,4% na comparação com o terceiro trimestre de 2024 (3T24).
Auren (AURE3)
A Auren divulgou que teve no terceiro trimestre de 2025 (3T25) prejuízo de R$ 403,7 milhões. Dessa forma reverte o lucro de R$ 197,2 do terceiro trimestre de 2024 (3T24).
Casas Bahia (BHIA3)
O Grupo Casas Bahia registrou um prejuízo líquido de R$ 496 milhões no terceiro trimestre de 2025 (3T25), 34,4% acima do prejuízo de R$ 369 milhões do 3T24.
Copel (CPLE3)
A Copel divulgou que teve no terceiro trimestre de 2025 (3T25) lucro líquido de R$ 383,1 milhões no terceiro trimestre (3T25), queda de 68,5% na comparação com o terceiro trimestre de 2024 (3T24).
Direcional (DIRR3)
A Direcional divulgou que teve no terceiro trimestre de 2025 (3T25) lucro líquido de R$ 230 milhões, alta de 43,1% na comparação com o terceiro trimestre de 2024 (3T24).
Equatorial (EQTL3)
A Equatorial apresentou lucro líquido ajustado de R$ 830 milhões no terceiro trimestre de 2025 (3T25), alta de 4,9% em relação ao 3T24.
Hapvida (HAPV3)
A Hapvida divulgou que teve lucro líquido ajustado de R$ 337,7 milhões no terceiro trimestre de 2025 (3T25), crescimento de 4,1% na comparação com o terceiro trimestre de 2024 (3T24).
Mahle Metal Leve (LEVE3)
A Mahle Metal Leve registrou lucro líquido de R$ 187,3 milhões no terceiro trimestre de 2025 (3T25), alta de 32,1% em relação ao 3T24.
Positivo (POSI3)
A Positivo apresentou lucro líquido de R$ 1,1 milhão no terceiro trimestre de 2025 (3T25), 36,5% menor que o apurado no 3T24.
Randoncorp (RAPT4)
A Randoncorp registrou lucro líquido de R$ 23,1 milhões no terceiro trimestre de 2025 (3T25), recuo de 81% em relação ao 3T24.
Simpar (SIMH3)
A Simpar reportou prejuízo líquido ajustado de R$ 119 milhões no terceiro trimestre de 2025 (3T25), revertendo lucro de R$ 160 milhões apresentado no mesmo período de 2024.
Ultrapar (UGPA3)
A Ultrapar teve lucro líquido de R$ 772 milhões no terceiro trimestre de 2025 (3T25), alta de 11% na comparação com o terceiro trimestre de 2024 (3T24).
Allos (ALOS3)
O conselho de administração da Allos aprovou o pagamento de dividendos intercalares no valor de R$ 96 milhões.
Banco do Brasil (BBAS3)
O Banco do Brasil aprovou a distribuição de R$ 410.587.269,98 a título de remuneração aos acionistas sob a forma de Juros sobre Capital Próprio (JCP), relativo ao terceiro trimestre de 2025.
Moura Dubeux (MDNE3)
A Moura Dubeux aprovou a distribuição de dividendos no montante total de R$ 50,7 milhões.
Bolsas mundiais: Os futuros americanos operavam em alta, impulsionados pelo fim da paralisação governamental mais longa da história do país. O presidente dos EUA, Donald Trump, assinou um projeto de lei que encerra a paralisação, aprovado na noite de quarta-feira.
Nos Estados Unidos, os índices futuros operavam em alta. Ontem, o Dow Jones atingiu seu primeiro fechamento recorde acima de 48.000 pontos, colocando o índice de 30 ações a caminho de seu melhor desempenho semanal desde o final de junho. O S&P 500 também avançou. Enquanto isso, o Nasdaq Composite, com forte presença de empresas de tecnologia, oscilou durante o dia e acabou fechando em queda, após quatro sessões consecutivas de ganhos.
Paralisação: fim da paralisação governamental mais longa da história do país. O presidente dos EUA, Donald Trump, assinou um projeto de lei que encerra a paralisação, aprovado na noite de quarta-feira pela Câmara dos Representantes por 222 votos a 209. A divulgação de dados é o principal foco dos mercados, com o relatório de empregos (payroll) de setembro provavelmente sendo um dos primeiros indicadores a serem divulgados, e os investidores antecipam que ele poderá sustentar um corte nas taxas de juros, após os números fracos em pesquisas privadas.
Balanços: com o fim da temporada de balanços nos EUA, os mercados estão voltando sua atenção para o Fed e as perspectivas de cortes nas taxas de juros como o próximo catalisador para estender a recuperação desde as mínimas de abril.
Na Europa, as bolsas operam sem direção única, enquanto investidores se preparam para dados econômicos cruciais dos EUA – após o fim do shutdown do governo Trump – e avaliam balanços corporativos, além do modesto crescimento econômico do Reino Unido no último trimestre. O índice pan-europeu Stoxx 600 tinha alta marginal de 0,05%, a 584,50 pontos.
Da temporada de balanços, a Burberry saltava 3,8% em Londres, após a empresa britânica de artigos de luxo registrar avanço nas vendas de mesmas lojas pela primeira vez em dois anos. A Siemens perdia 4,7% em Frankfurt, após o conglomerado industrial alemão decepcionar com lucro abaixo das expectativas.
No campo macroeconômico, as últimas notícias foram desanimadoras. No Reino Unido, o PIB cresceu apenas 0,1% no terceiro trimestre ante o segundo, menos do que o esperado. Além disso, a produção industrial britânica sofreu queda de 2% em setembro, bem maior do que se previa. A Eurostat publica atualização sobre a produção industrial da zona do euro.
Petroleo: os preços do petróleo recuam pelo segundo dia consecutivo, após um aumento dos estoques de petróleo bruto nos EUA, o maior consumidor mundial, reforçando as preocupações de que a oferta global seja mais do que suficiente para atender à demanda atual de combustível.
Na Ásia, os mercados fecharam em alta, após o presidente dos EUA, Donald Trump, sancionar o projeto de lei que retoma o financiamento do governo americano, encerrando uma paralisação.
O índice japonês Nikkei subiu 0,43%, a 51.281,83 pontos, com a ajuda de ações financeiras e ligadas a metais, mas o Softbank Group caiu 3,38%, em seu segundo dia consecutivo de queda, após a empresa japonesa de investimentos em tecnologia revelar, na terça-feira (11), que vendeu toda a sua participação na americana Nvidia por US$ 5,8 bilhões.
O sul-coreano Kospi avançou 0,49% em Seul, a 4.170,63 pontos, e o Hang Seng registrou ganho de 0,56% em Hong Kong, a 27.073,03 pontos, enquanto o Taiex destoou e caiu 0,16% em Taiwan, a 27.903,56 pontos. Na China continental, prevaleceu o apetite por risco: o Xangai Composto teve alta de 0,73%, a 4.029,50 pontos, e o Shenzhen Composto, de 1,53%, a 2.546,14 pontos.
No fim da noite de hoje, estão previstos indicadores mensais da indústria e do varejo chineses. Na Oceania, a bolsa australiana ficou no vermelho pelo terceiro pregão seguido, com baixa de 0,52% do S&P/ASX 200 em Sydney, a 8.753,40 pontos.
Petróleo:
Os futuros internacionais de petróleo WTI estão sendo negociados a US$ 58,34 (-0,26%).
O Brent é negociado a US$ 62,58 (-0,21%).
Bitcoin:
Negociado a US$ 103.698,02 (+2,05%).
Ouro:
Negociado a US$ 4.231,11 a onça-troy (+0,94%).
Minério de ferro:
O minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, +0,26%, a 772,50 iuanes (US$ 108,61).
Brasil:
INSS: O plenário aprovou na quarta-feira, 12, em regime de urgência, o projeto de lei (PL 1.546/2024) que proíbe descontos relativos a mensalidades associativas nos benefícios administrados pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), mesmo com autorização do beneficiário. O texto já havia sido aprovado anteriormente na Câmara dos Deputados, e agora segue para sanção presidencial.
O texto também acaba com a possibilidade de antecipação do pagamento de dívidas no crédito consignado. Ao ler seu relatório sobre o projeto, o senador Rogerio Marinho (PL-RN) disse que as contribuições a associações poderão ser feitas por boleto bancário. “O projeto veda a possibilidade de utilizar folha de pagamento do INSS para descontos associativos. Não significa que quem porventura se associe a alguma entidade não possa fazer esse mesmo desconto através de um boleto”, disse.
Economia:.
✔️ Banco do Brasil informou na quarta-feira que teve lucro líquido ajustado de R$ 3,8 bilhões no terceiro trimestre de 2025 (3T25), queda de 60,2% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (3T24). Já o lucro líquido contábil somou R$ 3 bilhões, redução de 66% na comparação com o 3T24. O retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROAE, na sigla em inglês) chegou a 8,4%, queda de 12,7 pontos percentuais (p.p) na base anual. Saiba mais
✔️ Juros: O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, voltou a defender na quarta-feira (12) a manutenção da taxa básica de juros em patamar restritivo. Ao ser questionado sobre a declaração do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, de que haveria “espaço para cortes” na Selic, Galípolo afirmou que o Banco Central “não pode brigar com os dados”.
✔️ Crédito: O Banco Central afirmou na quarta-feira (12) que houve deterioração na qualidade do crédito no país, com aumento dos riscos e piora dos ativos problemáticos, especialmente nas carteiras voltadas para famílias e pequenas empresas. A avaliação está no Relatório de Estabilidade Financeira, divulgado semestralmente pela autarquia, que, apesar do alerta, destacou que o sistema financeiro nacional segue sólido e bem provisionado.
✔️ Carrefour Brasil: A Península, gestora da família Diniz, vendeu toda a sua participação no grupo francês Carrefour. Quem comprou foi a família Saadé, bilionária do setor de logística. Em abril, os herdeiros de Abílio Diniz já haviam se desfeito da fatia que mantinham no Carrefour Brasil.
Fonte: ADVFN
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