Um casal foi condenado por “se beijar excessivamente” durante um voo de Auckland para Nelson, na Nova Zelândia. O incidente, julgado na última semana, aconteceu em novembro de 2024, quando o casal ignorou pedidos da tripulação para interromper o comportamento que causava desconforto aos demais passageiros.
Segundo informações do New Zealand Herald, o casal iniciou com “beijos excessivos” que evoluíram para carícias íntimas à vista de todos os ocupantes da aeronave. O juiz Garry Barkle destacou durante o julgamento que “as ações dos acusados provocaram muito constrangimento e desconforto tanto para passageiros quanto para a tripulação do voo”.
Testemunhas relataram que Reuben Jeremy Finn, de 30 anos, tocava o corpo de e Bronte LeLievre, de 32, de forma inapropriada, chegando a colocar a mão dentro do sutiã dela publicamente. Quando um comissário de bordo se aproximou após presenciar as carícias, o casal fingiu estar dormindo, mas o homem ainda mantinha a mão dentro das calças de sua parceira.
Após o pouso da aeronave, policiais embarcaram e efetuaram a prisão do casal. Reuben admitiu a acusação e foi sentenciado a seis meses de detenção comunitária e 12 meses de supervisão. Bronte também admitiu a acusação de ato indecente em local público e será sentenciada em novembro.
De acordo com o Daily Mail, as regras sobre demonstrações públicas de afeto em aviões variam conforme o país de origem ou destino. Beijos em uma aeronave não são proibidos, a menos que evoluam para exposição indecente, atentado ao pudor ou causem desconforto a outros passageiros, situações que podem resultar em acusações criminais ou remoção do voo.
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