
A intervenção judicial na Santa Casa de Campo Grande acendeu um alerta sobre a aplicação dos recursos destinados à saúde. Diante da crise, o vereador Landmark Rios cobra transparência sobre os valores repassados à instituição e a garantia de que o atendimento à população não seja prejudicado.
A Justiça afastou a diretoria e o Conselho de Administração da Santa Casa e nomeou um gestor provisório por 180 dias. A medida ocorre em meio às investigações da Operação Antidotum, que apura suspeitas envolvendo contratos e recursos da instituição.
Para Landmark, é necessário esclarecer quanto dinheiro público foi destinado à Santa Casa, como os recursos foram utilizados e quais medidas serão adotadas para garantir a continuidade dos serviços.
“Estamos falando de dinheiro da saúde. A população precisa saber quanto foi repassado, onde esse dinheiro foi aplicado e quais garantias existem de que o atendimento não será prejudicado”, afirmou o vereador.
A decisão judicial determina que o gestor provisório apresente prestação de contas mensal sobre a situação financeira e administrativa da instituição, incluindo a aplicação dos recursos públicos e privados recebidos.
Landmark também defende que Prefeitura e Governo do Estado reforcem a fiscalização e deem publicidade aos repasses e contratos relacionados à Santa Casa.
“Transparência não é favor, é obrigação. Quem depende do SUS não pode pagar o preço por uma crise administrativa”, completou.
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