
Uma delas é a queda na intenção de voto espontâneo, que ocorre quando os candidatos não são apresentados pelo entrevistador.
Flávio vinha crescendo nessa modalidade e chegou a 17% em junho. Neste mês, contudo, recuou e voltou a 14%, mesmo índice que tinha em maio.
Enquanto isso, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva cresceu e chegou a 26%.
A queda de Flávio ocorreu principalmente entre a chamada direita não bolsonarista: o voto espontâneo passou de 44% para 32% nesse grupo. Mesmo entre os eleitores bolsonaristas também houve uma redução, de 50% para 45%.
Outro recuo do senador foi na definição de escolha. Em junho, 70% dos que pretendiam apoiá-lo afirmaram que essa decisão era definitiva. Agora, o percentual diminuiu para 62%.
Enquanto isso, a rejeição a Flávio continuou crescendo e chegou a 57%, um ponto a mais do que no último levantamento.
Na mesma linha, cresceu o número de pessoas que tem mais medo do retorno da família Bolsonaro do que da reeleição de Lula. Agora, o placar é de 46% contra 38% — em junho, a proporção era de 44% a 40%.
Também caiu o número de pessoas que considera o pré-candidato “mais moderado” do que o resto da família Bolsonaro, de 33% para 29%. Já os que discordam dessa afirmação chegaram a 54%.
Uma das principais estratégias da campanha de Flávio é se apresentar como mais moderado do que seu pai, que não conseguiu se reeleger em 2022 devido a um alto índice de rejeição.
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