
Segundo as investigações, ele se aproximou da família da menina com pretextos religiosos. “O homem teria se aproveitado do momento de fragilidade em que a mãe da criança estava passando, e começou a frequentar a casa diversas vezes, com o pretexto de orar pela família da vítima”, disse a delegada responsável pelo caso, Brenda Viana.
Com isso, o pastor ganhou confiança da família. No dia do crime, ele foi até a residência, sob o pretexto de que ia “orar pela família”, pois a residência “estaria cheia de demônios” e as preces serviriam “para prevenir a mudança de orientação sexual da menor”. O pastor ficou sozinho na casa com a vítima por oito minutos. Nesse tempo, ele praticou o estupro.
A menina contou sobre a violência primeiro para a babá. Depois, para o pai, que foi quem procurou a Polícia para registrar a ocorrência. Além da prisão, também foram apreendidos dois celulares do pastor, que são periciados pela equipe policial. O crime de estupro de vulnerável é punido com uma pena de dez a dezoito anos de prisão. No momento, o pastor ainda é investigado.
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