Uma mulher foi presa em flagrante no final da tarde desta quarta-feira (25), em Dourados, suspeita de aplicar diversos golpes envolvendo falsos contratos de consórcio. A prisão foi realizada por policiais civis da 1ª Delegacia de Polícia e da Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário (DEPAC), após denúncia de que a investigada estaria prestes a fazer mais uma vítima.
De acordo com a Polícia Civil, a equipe foi acionada por uma mulher que já havia sido lesada anteriormente pela suspeita. Ela relatou ter sofrido prejuízo de aproximadamente R$ 15 mil após realizar transferências via Pix relacionadas a um suposto contrato de consórcio intermediado pela investigada. Desta vez, a denunciante informou que sua sobrinha também estaria em negociação e poderia cair no mesmo golpe.
Diante das informações, os policiais iniciaram diligências e foram até o endereço indicado. Antes da abordagem, uma consulta aos sistemas policiais revelou que a mulher já possuía diversos registros por estelionato com o mesmo modo de atuação, sempre envolvendo a oferta de contratos de consórcio inexistentes.
No local, a suspeita foi flagrada com quatro folhas de contratos falsificados em nome de uma empresa do setor, além de um aparelho celular utilizado nas negociações. Após contato com a empresa mencionada nos documentos, foi confirmado que os contratos eram fraudulentos e incluíam até mesmo referência indevida a uma suposta autorização do Banco Central.
Segundo a Polícia Civil, no momento da intervenção, a investigada já estava em negociação para receber valores por meio de transferência via Pix, o que caracteriza o início da execução do crime. A ação rápida dos policiais impediu que o golpe ocorresse.
Durante o interrogatório, a mulher confessou o crime e afirmou que agiu por estar endividada. Ela admitiu que os contratos eram falsos e que pretendia receber dinheiro das vítimas.
Diante das provas e da confissão, foi lavrado auto de prisão em flagrante pelos crimes de falsificação de documento particular e estelionato na forma tentada. A suspeita permanece presa e está à disposição da Justiça.
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