O crescimento da dívida de Minas Gerais durante o governo Romeu Zema mostra contradições centrais do discurso de austeridade adotado pela gestão.
Embora o governador tenha se apresentado como defensor do rigor fiscal e do “Estado minimo”, os números mostram que o endividamento avançou de forma expressiva, superando R$ 200 bilhões.
Mesmo que parte desse aumento seja explicada por juros, correções monetárias e contratos antigos com a União, o fato é que a dívida continuou crescendo sob sua administração, sem uma redução estrutural efetiva.
Além disso, a opção por priorizar ajustes fiscais rígidos, congelamento de salários e restrições a investimentos públicos não se traduziu em melhora concreta do quadro da dívida.
Pelo contrário, serviços essenciais seguiram pressionados, enquanto o estado permaneceu dependente de renegociações e programas federais para evitar colapso financeiro. O resultado é um cenário em que a população sente os efeitos da contenção de gastos, mas não vê avanços proporcionais na solução do principal problema fiscal.
O discurso Neoliberal é uma falácia para sucatear serviços que a população mais pobre necessita
Fonte: O Tempo; Estado de Minas; Brasil de Fato
Discover more from FATONEWS :
Subscribe to get the latest posts sent to your email.
























