As casas estão em fase avançada, com estruturas finalizadas, telhados instalados e últimos acabamentos sendo realizados
Famílias de mais de 40 aldeias indígenas e quatro assentamentos rurais de Mato Grosso do Sul estão vendo suas casas serem erguidas aos poucos. Para eles, isso representa um futuro mais digno, com segurança, estabilidade e o direito fundamental à moradia se tornando realidade.
As obras fazem parte do lote de unidades habitacionais contratadas pelo Programa Minha Casa Minha Vida Rural, neste ano, em parceria entre os governos estadual e federal. “Ver a casa sendo levantada diante dos olhos é um sonho antigo se concretizando. Aqui, vamos ter um lar firme, para criar nossos filhos com mais tranquilidade”, relata Regina Benites, uma das moradoras da Aldeia Jaraguari.
Já na Aldeia Guassuti, em Aral Moreira, o cenário já anuncia novos tempos. Lá, as casas também estão em fase avançada, com estruturas finalizadas, telhados instalados e últimos acabamentos sendo realizados.
Para o cacique Valdenir Gonçalves e sua esposa, Cibele Araújo, esse é um momento de muita alegria e gratidão. “Estou feliz demais por termos nossa casinha, é a realização de um sonho para nossa família e de tantas outras que moram aqui, então nosso agradecimento por todos que estão trabalhando para fazer isso se tornar realidade. Como cacique agradeço ao Governo do Estado, o Luciano da entidade, e em nome da minha esposa também que está se sentindo grata por esse lindo trabalho”, concluiu Valdenir.
De acordo com a Agência Goiana de Habitação (Agehab), essas unidades fazem parte de um amplo esforço habitacional que está beneficiando comunidades tradicionais em diversas regiões de Mato Grosso do Sul, isso porque, as construções integram uma política habitacional que tem colocado MS como referência nacional no atendimento às populações tradicionais e rurais.
“Essas moradias fortalecem os laços comunitários e culturais das aldeias, permitindo que as famílias permaneçam em seus territórios com dignidade e infraestrutura adequada. Não é apenas uma política de habitação, é uma política de pertencimento”, destaca Maria do Carmo Avesani Lopez, Diretora-presidente da Agehab.
Para as comunidades, cada casa representa mais do que uma estrutura física: é um símbolo de pertencimento e valorização cultural. “Construir moradias dentro das aldeias significa assegurar que as famílias possam permanecer em seus territórios com infraestrutura adequada, fortalecendo os laços comunitários e culturais”, destaca Maria do Carmo.
Cabe ressaltar que, além de garantir o direito básico a moradia, o programa habitacional tem o objetivo de resgatar a dignidade de famílias que, por muitos anos, aguardaram por essa conquista.
No total, já foram formalizados 1.259 contratos de construção na modalidade rural, representando investimentos superiores a R$ 119 milhões, recursos que estão garantindo moradias para famílias de mais de 40 aldeias indígenas e quatro assentamentos rurais, distribuídos em diferentes municípios do Estado.
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