O veículo da imprensa americana afirma que amigos e colegas famosos de Diddy têm feito pressão no governo. Nos últimos dias, o assunto deixou de ser apenas “mais uma ideia vaga de Trump”, como alegam fontes ouvidas pelo “Dealine” para se tornar um movimento concreto do presidente.
Atualmente preso, Sean “Diddy” Combs é acusado de usar sua fama e sua fortuna para comandar uma organização criminosa que durou uma década e na qual controlaria e manipularia outras pessoas por meio de violência e ameaças. Segundo a acusação, o rapper e empresário as forçava a realizar fantasias e a participar de maratonas de sexo movidas a drogas. Em julho, o magnata da indústria da música, de 55 anos, foi absolvido em três das cinco acusações às quais respondia e passou a ser considerado parcialmente culpado em seu julgamento por tráfico sexual.
Desde sua prisão, em setembro do ano passado, Diddy teve negados diversos pedidos de liberdade sob fiança de US$ 50 milhões e permanece detido no Metropolitan Detention Center, no Brooklyn, m Nova York. Sua sentença está marcada para 3 de outubro e será proferida pelo juiz Arun Subramanian. A expectativa é que a pena varie de dois a três anos numa prisão federal, com dedução do tempo já cumprido. Apesar da Procuradoria buscar a pena máxima conforme as diretrizes legais, espera-se que a defesa — formada por um time de dez advogados — entre com recurso imediatamente após a sentença.
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