Dourados alcançou a marca de 33.542,31 metros de ciclovias e ciclofaixas, ultrapassando 33 quilômetros de vias exclusivas para ciclistas. As pistas estão distribuídas em importantes avenidas e ruas da cidade, como Marcelino Pires, General Osório, Coronel Ponciano, Guaicurus, Palmeiras, Via Parque, Cafelândia, Indaiá, Alberto Leopoldo de La Cruz, Eulália Pires, Edilberto Celestino de Oliveira, Liberato L. Farias Laquicho e Presidente Vargas.
Segundo o diretor-presidente da Agência Municipal de Transporte e Trânsito (Agetran), Juscelino Cabral, o principal desafio agora é estimular o uso correto das vias pelos ciclistas e garantir o respeito por parte dos motoristas. Muitos ainda circulam fora das ciclovias, mesmo quando há faixas exclusivas disponíveis, enquanto condutores insistem em estacionar irregularmente nesses espaços.
O município possui um Plano de Mobilidade Urbana que prevê tanto a revitalização das ciclovias existentes quanto a ampliação da malha cicloviária, conectando bairros aos principais polos de fluxo, como escolas, universidades e centros comerciais. “Estamos finalizando a sinalização no Jardim Água Boa e no Jardim Santo André, além de reforçar a sinalização em outros pontos da cidade”, explica Cabral.
Além das melhorias estruturais, a prefeitura realiza obras de recapeamento e manutenção das vias com ciclovias e ciclofaixas, garantindo mais conforto e segurança aos usuários. Paralelamente, a Escola Pública de Trânsito da Agetran desenvolve projetos educativos nas escolas municipais, incentivando desde cedo o respeito às regras de circulação e o uso consciente das vias compartilhadas. A fiscalização também será reforçada para coibir o estacionamento irregular e garantir o uso correto das faixas exclusivas.
Acidentes com ciclistas permanecem estáveis
Mesmo com a ampliação da malha cicloviária, o número de acidentes envolvendo ciclistas permanece estável em Dourados. Entre janeiro e agosto de 2024, foram registrados 194 acidentes, enquanto no mesmo período de 2025 ocorreram 196 casos, segundo dados do Samu e do Corpo de Bombeiros.
A comparação também mostra redução discreta nas ocorrências fatais: em 2024, quatro ciclistas perderam a vida em acidentes; já em 2025, até setembro, foram três mortes registradas.
As autoridades reforçam que o respeito mútuo entre motoristas e ciclistas é essencial para garantir a segurança de todos e que as ações educativas e de fiscalização seguirão como prioridade na política de mobilidade urbana do município.
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