Após alguns dias de manhãs e noites geladas em Mato Grosso do Sul, nos próximos dias, o Estado deve registrar temperaturas acima de 30°, inclusive na Capital.
A previsão ainda alerta para a baixa umidade relativa do ar, que fica entre 30% e 40%. Por isso é recomendo ingestão de bastante água ao longo do dia e evitar exposição em horários de extremo calor.
Segundo o Cemtec (Centro de Monitoramento do Tempo e do Clima de MS) a temperatura deve ser de mínima de 20°C e máxima de 33°C na regiões Sul e Sudeste do Estado. Já no Sudoeste e Pantanal deve variar entre 18°C e 36°C.
Para Campo Grande a mínima será de 21°C e máxima de 32°C. No Norte, Leste e Bolsão fica entre 17°C e 35°C. O tempo seco e quente favorece os incêndios florestais no Estado.
Além disso, ntre segunda (24) e terça-feira (25), o avanço de uma frente fria irá favorecer aumento de nebulosidade e, com pequena probabilidade, chance de chuvas nas regiões sudeste, sul e sudoeste do Estado.
Entre quinta e sexta-feira às temperaturas devem ficar mais amenas no Estado devido a passagem de uma frente fria. Nas regiões Sul, Sudeste e Sudoeste a mínima pode chegar a 9°C.
ALERTA
Mesmo com uma pequena possibilidade de chuva, a umidade relativa do ar vai continuar baixa, ficando entre 8% e 20% em grande parte do estado, níveis que, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), exigem atenção e aumentam o risco de incêndios florestais.
O ar seco também provoca grande variação entre as temperaturas mínimas e máximas no mesmo dia, com diferenças que podem ultrapassar os 20°C. Os ventos sopram entre os quadrantes sul e leste, com velocidades de 30 km/h a 50 km/h, e rajadas que podem passar desse valor.
O Cemtec orienta a população a evitar atividades físicas nos horários mais quentes e secos, beber bastante água, umidificar os ambientes e ter cuidado redobrado com o uso de fogo ou descarte de objetos que possam provocar incêndios.
ESTADO DE EMERGÊNCIA
No dia 27 de março desse ano, o governador de Mato Grosso do Sul, Eduardo Riedel, assinou um decreto de emergência de 180 dias. A intervenção acontece em razão das condições climáticas que favorecem a propagação de focos de incêndios florestais, sobre qualquer tipo de vegetação, fatores que atingem a qualidade do ar.
Conforme o titular da Secretaria de Meio Ambiente, Desenvolvimento, Ciência, Tecnologia e Inovação (Semadesc), o volume hídrico abaixo da média histórica é um dos fatores que também impactaram na tomada de decisão.
“Volume hídrico abaixo da média histórica para o período na região do Pantanal. O decreto de emergência vale por 180 dias e permite que a gente comece a ordenar todas as ações, com ações de prevenção. Estaremos fazendo ações de combate a incêndios florestais. O decreto foi baseado nas condições climáticas adversas no pantanal”, destacou Verruck.
Em outubro do ano passado, a pasta já havia destacado a situação de emergência devido a estiagem prolongada, nos 79 municípios de Mato Grosso do Sul, pelo período de 180 dias, decreto que iniciou em outubro de 2024 e terminaria em 19 de abril de 2025.
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