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‘Chemsex’: associação entre drogas e sexo cresce e alarma especialistas

Samuel Azevedo por Samuel Azevedo
29/07/2025
no Saúde
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‘Chemsex’: associação entre drogas e sexo cresce e alarma especialistas
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Fazer sexo sob o efeito de drogas não é um comportamento novo, mas tem chamado cada vez mais a atenção de especialistas e autoridades em saúde. Esse hábito ganhou até nome: chemsex, uma abreviação da expressão em inglês chemical sex (ou “sexo químico”, em livre tradução), que se refere ao ato sexual associado ao uso de substâncias psicoativas.

Em geral, a prática está ligada ao consumo de álcool, cannabis, ketamina (“key”), ecstasy (“bala”), LSD (“doce”), metanfetamina (“cristal” ou “tina”), GHB (“boa noite, Cinderela”) ou nitrito de alquila (poppers). Essas drogas atuam diretamente no cérebro, intensificando sensações de prazer, relaxamento e desinibição.

A prática de fazer sexo sob o efeito de drogas cresceu nos últimos anos Foto: Matthieu Louis

O uso dessas substâncias se soma à facilidade de encontrar parceiros em um mundo cada vez mais conectado. “O consumo de drogas em contextos sexualizados não é algo recente. Mas a combinação disso com novas tecnologias, substâncias e até mesmo doenças diferencia o chemsex desse comportamento já bastante conhecido historicamente”, analisa a psicóloga Marina Del Rei, especialista em assistência a usuários de álcool e outras drogas, que investiga o fenômeno em seu doutorado na Universidade de São Paulo (USP).

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Embora ainda faltem pesquisas para entender com mais profundidade esse comportamento, estudos recentes ajudam a dimensionar a prática. Uma metanálise publicada em abril no periódico Healthcare aponta uma prevalência global de 12,66% na prática do chemsex, considerando diferentes países, gêneros e orientações sexuais. Um trabalho brasileiro publicado em março de 2024 na revista Public Health Nursing mostra que 19,42% dos homens homoafetivos (gays, bissexuais, pansexuais, entre outros) vivenciaram o sexo químico no País.

Já em 2007, o Ministério da Saúde reconhecia essa prática em um documento chamado Plano Nacional de Enfrentamento da Epidemia de Aids e das DST entre gays, HSH e travestis. “Possivelmente, o álcool seja a droga mais comumente empregada nestes contextos, mas tem sido relatado o uso de drogas recreativas (ecstasy, crystal, speed, ice, poppers, viagra) e de crack em alguns destes espaços. Nestes contextos, o fator de desinibição produzido pelo consumo de drogas pode estar ligado a um engajamento em práticas sexuais sem uso do preservativo”, diz o texto.

Mas o interesse científico pelo tema cresceu especialmente a partir de 2019, impulsionado pelo uso crescente de aplicativos de encontros e pelos efeitos do isolamento social durante a pandemia de covid-19. E também pelos riscos associados. “A prática pode favorecer o desenvolvimento de quadros psicológicos graves, aumentar a vulnerabilidade a infecções sexualmente transmissíveis e, sem conhecimento de estratégias de redução de danos, levar a um transtorno por uso de substâncias”, aponta Marina Del Rei.

Motivações e riscos

Diversos fatores podem levar a essa prática. A começar pela própria ação das drogas: a cannabis, por exemplo, pode provocar uma sensação de dilatação do tempo, fazendo com que a experiência sexual pareça mais prolongada e intensa; já a inalação dos poppers aumenta a excitação e relaxa a musculatura, facilitando a penetração vaginal e anal.

Há ainda aspectos sociais. “Muitos LGBT+s convivem com a discriminação e a inferiorização da marginalização social desde pequenos. Na idade adulta, alguns podem tentar superar seus traumas a partir da busca por uma vida intensa e ‘perfeita’: ter o melhor corpo, as melhores companhias e o melhor sexo. Nesse processo, muitos acabam por se deparar com essas substâncias”, observa o psiquiatra Saulo Vito Ciasca, do Einstein Hospital Israelita.

No entanto, essa relação é sempre subjetiva: as motivações variam de pessoa para pessoa. É possível que alguns consumam esses produtos para diminuir sua inibição e amplificar a capacidade de socialização; já para outros, representam uma curiosidade ou um desejo de experimentar diferentes sensações.

Mas os efeitos colaterais não demoram a aparecer. Após uma sessão de chemsex, os usuários podem enfrentar uma espécie de “ressaca química”, com sintomas intensos. A metanfetamina, por exemplo, é conhecida por desencadear ansiedade, depressão, insônia, paranoia e até quadros psicóticos.

Além disso, o uso contínuo de drogas pode provocar danos físicos graves, como risco aumentado de acidente vascular cerebral (AVC), arritmia cardíaca, lesões hepáticas e queimaduras. Oscilações bruscas de humor também são comuns.

Outro fator preocupante é a origem das substâncias. Como boa parte das drogas usadas no chemsex são ilegais, não há controle de qualidade. A impureza dos produtos eleva o risco de overdose e de reações adversas imprevisíveis.

A vulnerabilidade a comportamentos de risco, como o sexo sem proteção, também se intensifica. A ausência de estratégias de prevenção combinada — como uso de PrEP, DoxiPEP, testagens regulares e preservativos — aumenta a exposição a vírus como HIV, herpes e mpox, além de outras infecções sexualmente transmissíveis (ISTs).

Quando o uso deixa de ser esporádico e se torna uma dependência, os impactos se aprofundam. Os sintomas de abstinência — como sudorese, agitação, insônia, náusea e dor de cabeça — podem evoluir para a chamada Síndrome da Desregulação da Homeostase Hedônica. Esse quadro é caracterizado por um desequilíbrio no sistema de recompensa do cérebro, que passa a reconhecer a droga como única fonte possível de prazer — tornando as atividades cotidianas incapazes de gerar satisfação.

Além disso, há a possibilidade de que a dose necessária para levar àquela mesma euforia aumente gradativamente. “O limiar entre o efeito pretendido para recreação e o limite para que aquela substância se torne tóxica, oferecendo riscos de overdose e outros problemas de saúde, é muito próximo dependendo da substância, por exemplo, o GHB”, destaca o psiquiatra do Einstein. “Por isso é tão importante falarmos sobre redução de danos; a diferença entre o medicamento e o veneno está na dose.”

Um caminho mais seguro

A redução de danos é uma estratégia que parte do princípio de que nem sempre é possível (ou realista) esperar a abstinência, mas dá para minimizar os riscos. Isso inclui o acesso a informações confiáveis sobre os efeitos das substâncias, dosagem segura, sobre combinações perigosas (como álcool e ketamina) e, sobretudo, o que fazer caso algo saia do controle.

Buscar ajuda de profissionais qualificados é fundamental — tanto para obter orientações seguras quanto para tratar eventuais consequências do uso. Serviços como os Centros de Testagem e Aconselhamento (CTAs) e os Centros de Atenção Psicossocial (CAPSs) são portas de entrada para esse processo. “Prestar atenção aos próprios limites e refletir sobre a experiência com as substâncias, sobretudo com a ajuda de um profissional, são práticas que ajudam a fazer um uso mais consciente e informado desses produtos”, orienta Marina Del Rei. “Isso pode ajudar a evitar uma relação problemática com as drogas.”

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