A Petrobras foi surpreendida com a informação publicada ontem de que a Novonor está negociando ativos industriais de produção de polipropileno da Braskem nos EUA.
Mas se depender de Magda Chambriard a chance de a transação ser fechada é zero.
A presidente da estatal está irritada. Já mandou um aviso à Novonor: nenhuma venda de ativos da Braskem pode ser negociada sem a concordância da Petrobras, que detém 47% do capital votante da empresa, enquanto a Novonor possui 50,1%.
Um acordo de confidencialidade para receber informações sobre ativos da Braskem foi assinado na semana passada com a Unipar.
Hoje, a Braskem, que ontem havia negado as conversas com a Unipar, divulgou um comunicado se desdizendo e confirmando as negociações.
As relações da Novonor com a Petrobras que já eram ruins, pioraram.
Citi e Santander assessoram a Braskem; enquanto o Itaú faz o mesmo para a Unipar.
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